Veja os vídeos que estão em alta no g1 As profissões ligadas ao uso de tecnologia dominam os empregos que devem crescer no Brasil em 2026. A conclusão é do novo levantamento anual do LinkedIn, divulgado nesta quarta-feira (7), que aponta os 25 cargos com crescimento mais acelerado no país. A pesquisa mostra que a inteligência artificial já deixou de ser uma tendência restrita à área de tecnologia e passou a influenciar diferentes etapas da carreira, da contratação ao desenvolvimento profissional. Funções técnicas, estratégicas e operacionais aparecem lado a lado no ranking, refletindo um mercado de trabalho mais complexo e conectado. Além da tecnologia, áreas como saúde, finanças, logística e gestão seguem relevantes. Em comum, essas funções exigem qualificação técnica, capacidade analítica e adaptação a novas ferramentas. Confira o ranking: Engenheiro(a) de Inteligência Artificial Auxiliar de Enfermagem Planejador(a) Financeiro(a) Consultor(a) Regulatório(a) Geofísico(a) Engenheiro(a) de Segurança de Processo Gerente de Sucesso do Cliente Cientista Agrícola Analista de Investimentos Engenheiro(a) de Confiabilidade Especialista em Dados Técnico(a) em Microbiologia Coordenador(a) de Pesquisa Clínica Gerente de Relações Gerente de Desenvolvimento de Negócios Líder de Produção Auditor(a) Interno(a) Gerente de Logística Recrutador(a) Gerente de Instalações (Facilities) Gerente de Planejamento Estratégico Analista de Eficiência Energética Gerente de Projetos de Marketing Analista de Operações Logísticas Analista de Orçamento Mais da metade das profissões listadas tem relação direta com tecnologia, engenharia, dados ou uso intensivo de ferramentas digitais. O cargo que lidera o ranking é o de engenheiro(a) de inteligência artificial, função que ganhou espaço com a popularização de grandes modelos de linguagem e soluções baseadas em IA. Além da IA, crescem cargos ligados à análise de dados, confiabilidade, segurança de processos e eficiência energética. Esses profissionais ajudam empresas a reduzir riscos, otimizar operações e tomar decisões mais precisas. Outros setores de destaque O ranking também mostra a força contínua da área da saúde. Funções como auxiliar de enfermagem, técnico em microbiologia e coordenador de pesquisa clínica aparecem entre os cargos em alta. Segundo o LinkedIn, esse movimento reflete fatores como o envelhecimento da população, a ampliação dos serviços de diagnóstico e o avanço de pesquisas clínicas e farmacêuticas no Brasil. Outro destaque do levantamento é o crescimento de cargos ligados ao planejamento e à gestão. Estão na lista funções como planejador financeiro, analista de investimentos, gerente de planejamento estratégico e gerente de desenvolvimento de negócios. Essas posições mostram que as empresas buscam profissionais capazes de analisar cenários, organizar recursos e apoiar decisões de longo prazo, especialmente em ambientes econômicos mais instáveis. Cargo que lidera o ranking é o de engenheiro(a) de inteligência artificial Freepik Trabalho flexível avança, mas não é regra O levantamento indica que o trabalho remoto ou híbrido é mais comum em cargos ligados à tecnologia, dados, marketing e planejamento. Já funções industriais, laboratoriais e operacionais seguem majoritariamente presenciais. A diferença está ligada à natureza das atividades e à possibilidade de digitalização de cada função. Abaixo, entenda as funções e o mercado das profissões citadas no ranking: 1. Engenheiro(a) de Inteligência Artificial O que faz: desenvolve sistemas baseados em IA para análise de dados, reconhecimento de padrões e previsões. Competências: LLM, LangChain, RAG. Setores: tecnologia, serviços de TI, consultoria. Onde há mais vagas: São Paulo, Florianópolis, Recife. Gênero: 10,58% mulheres; 89,42% homens. Experiência média: 3,6 anos. Trabalho flexível: 63,55% remoto; 13,55% híbrido. 2. Auxiliar de Enfermagem O que faz: presta cuidados básicos ao paciente e apoia procedimentos médicos. Competências: punção venosa, sinais vitais, coleta de sangue. Setores: saúde, clínicas e serviços médicos. Onde há mais vagas: Ribeirão Preto, Brasília, Recife. Gênero: 87,5% mulheres. Experiência média: 2,3 anos. Trabalho flexível: não especificado. 3. Planejador(a) Financeiro(a) O que faz: ajuda pessoas a organizar investimentos, poupança e aposentadoria. Competências: planejamento financeiro e gestão patrimonial. Setores: seguros, mercado financeiro, tecnologia. Onde há mais vagas: Porto Alegre, São Paulo, Campinas. Gênero: 30,57% mulheres. Experiência média: 5 anos. Trabalho flexível: 37,5% remoto; 12,5% híbrido. 4. Consultor(a) Regulatório(a) O que faz: orienta empresas sobre normas regulatórias, compliance e exigências legais. Competências: regulação setorial, compliance, análise de risco. Setores: saúde, energia, finanças, indústria. Onde há mais vagas: São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro. Gênero: 46% mulheres; 54% homens. Experiência média: 6 anos. Trabalho flexível: 28% híbrido. 5. Geofísico(a) O que faz: analisa dados geológicos para exploração de recursos naturais. Competências: geofísica aplicada, análise sísmica, modelagem. Setores: energia, mineração, óleo e gás. Onde há mais vagas: Rio de Janeiro, Macaé, Belo Horizonte. Gênero: 22% mulheres; 78% homens. Experiência média: 7 anos. Trabalho flexível: predominantemente presencial. 6. Engenheiro(a) de Segurança de Processo O que faz: analisa e implementa medidas para prevenir acidentes e danos ambientais em processos industriais. Competências: HAZOP, Análise das Camadas de Proteção (LOPA), Modelagem de consequências. Setores: extração de petróleo e gás, consultoria em gestão, obras de infraestrutura. Onde há mais vagas: Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador. Gênero: 53,7% mulheres; 46,3% homens. Experiência média: 5,6 anos. Trabalho flexível: 20% remoto; 13,33% híbrido. 7. Gerente de Sucesso do Cliente O que faz: apoia clientes, resolve problemas e mantém relacionamentos comerciais sólidos. Competências: B2B, marketing integrado, Salesforce. Setores: publicidade, serviços de TI, tecnologia. Onde há mais vagas: São Paulo, Campinas, Curitiba. Gênero: 61,43% mulheres; 38,57% homens. Experiência média: 5,6 anos. Trabalho flexível: 22,22% remoto; 33,33% híbrido. 8. Cientista Agrícola O que faz: estuda plantas, animais e técnicas agrícolas para melhorar produção e uso de recursos. Competências: agronomia, agricultura sustentável, melhoramento vegetal. Setores: agricultura, educação superior, fabricação de máquinas e equipamentos. Onde há mais vagas: São Paulo, Ribeirão Preto, Goiânia. Gênero: 39,34% mulheres; 60,66% homens. Experiência média: 2,4 anos. Trabalho flexível: 2,74% remoto; 10,05% híbrido. 9. Analista de Investimentos O que faz: avalia riscos e oportunidades para decisões de investimento. Competências: pesquisa de capital, derivativos de ações, assessoria financeira. Setores: mercados de capital, imobiliário, tecnologia. Onde há mais vagas: Curitiba, São Paulo, Porto Alegre. Gênero: 30,55% mulheres; 69,45% homens. Experiência média: 4,6 anos. Trabalho flexível: 18,75% remoto; 31,25% híbrido. 10. Engenheiro(a) de Confiabilidade O que faz: analisa riscos de falhas em usinas e plantas industriais e propõe melhorias. Competências: manutenção centrada em confiabilidade, manutenção preditiva, análise de falhas. Setores: mineração, petróleo e gás, consultoria em gestão. Onde há mais vagas: São Paulo, Salvador, Rio de Janeiro. Gênero: 16,81% mulheres; 83,19% homens. Experiência média: 6,2 anos. Trabalho flexível: 18,37% remoto; 18,37% híbrido. 11. Especialista em Dados O que faz: coleta, organiza e atualiza bases de dados para análises e relatórios. Competências: ETL, agregação de dados, DAX. Setores: serviços de TI, consultoria em gestão, tecnologia. Onde há mais vagas: São Paulo, Belo Horizonte, Recife. Gênero: 29,66% mulheres; 70,34% homens. Experiência média: 2,2 anos. Trabalho flexível: 48,08% remoto; 19,23% híbrido. 12. Técnico(a) em Microbiologia O que faz: realiza testes laboratoriais para identificar microrganismos. Competências: microbiologia de alimentos, boas práticas de laboratório, microbiologia farmacêutica. Setores: química, alimentos e bebidas, pesquisa científica. Onde há mais vagas: Campinas, São Paulo, Curitiba. Gênero: 77,78% mulheres; 22,22% homens. Experiência média: 2,8 anos. Trabalho flexível: 0% remoto; 57,14% híbrido. 13. Coordenador(a) de Pesquisa Clínica O que faz: conduz estudos clínicos, coordena participantes e coleta dados. Competências: REDCap, boas práticas clínicas, ensaios clínicos. Setores: pesquisa científica, educação superior, recreação. Onde há mais vagas: São Paulo, Porto Alegre, Rio de Janeiro. Gênero: 79,31% mulheres; 20,69% homens. Experiência média: 2,3 anos. Trabalho flexível: 16,67% remoto; 16,67% híbrido. 14. Gerente de Relações O que faz: mantém relacionamento com parceiros, investidores e comunidades. Competências: serviços bancários comerciais, gestão de portfólio, crédito. Setores: consultoria, mídia e telecom, intermediação não-monetária. Onde há mais vagas: São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba. Gênero: 30,97% mulheres; 69,03% homens. Experiência média: 6,8 anos. Trabalho flexível: 16,67% remoto; 20,83% híbrido. 15. Gerente de Desenvolvimento de Negócios O que faz: identifica clientes e coordena estratégias para novas oportunidades. Competências: geração de leads, B2B, prospecção de negócios. Setores: tecnologia, consultoria, publicidade. Onde há mais vagas: São Paulo, Belo Horizonte, Campinas. Gênero: 43,73% mulheres; 56,27% homens. Experiência média: 6,7 anos. Trabalho flexível: 0% remoto; 50% híbrido. 16. Líder de Produção O que faz: supervisiona atividades de produção garantindo eficiência e segurança. Competências: manufatura enxuta, engenharia de produção, SOLIDWORKS. Setores: fabricação de máquinas e equipamentos, tecnologia. Onde há mais vagas: Campinas, São Paulo, Curitiba. Gênero: 32,94% mulheres; 67,06% homens. Experiência média: 5,4 anos. Trabalho flexível: 1,69% remoto; 13,56% híbrido. 17. Auditor(a) Interno(a) O que faz: revisa registros financeiros e processos internos para verificar conformidade. Competências: auditoria interna, relatórios, análise de demonstrações financeiras. Setores: serviços de TI, consultoria, lazer. Onde há mais vagas: São Paulo, Goiânia, Curitiba. Gênero: 50% mulheres; 50% homens. Experiência média: 4,3 anos. Trabalho flexível: 5,45% remoto; 43,64% híbrido. 18. Gerente de Logística O que faz: supervisiona fluxo de mercadorias, compras, armazenagem e entrega. Competências: WMS, otimização da cadeia de fornecimento, 3PL. Setores: tecnologia, alimentos e bebidas, química. Onde há mais vagas: São Paulo, Campinas, Curitiba. Gênero: 17,31% mulheres; 82,69% homens. Experiência média: 7,5 anos. Trabalho flexível: 0% remoto; 8,33% híbrido. 19. Recrutador(a) O que faz: conduz processos de recrutamento e planejamento de equipe. Competências: triagem de currículos, entrevistas, recrutamento. Setores: consultoria, recrutamento e seleção, serviços de apoio. Onde há mais vagas: São Paulo, Curitiba, Campinas. Gênero: 84,69% mulheres; 15,31% homens. Experiência média: 2,4 anos. Trabalho flexível: 9,38% remoto; 29,69% híbrido. 20. Gerente de Instalações (Facilities) O que faz: gerencia operação de escritórios, manutenção, segurança e serviços. Competências: gestão de manutenção, manutenção preventiva, operações de instalações. Setores: mineração, agricultura, serviços de alimentação. Onde há mais vagas: São Paulo, Campinas, Belo Horizonte. Gênero: 5,37% mulheres; 94,63% homens. Experiência média: 8 anos. Trabalho flexível: 4,85% remoto; 18,94% híbrido. 21. Gerente de Planejamento Estratégico O que faz: analisa desempenho do negócio e condições de mercado para definir metas. Competências: estratégia digital, branding, fusões e aquisições. Setores: publicidade, consultoria, tecnologia. Onde há mais vagas: São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro. Gênero: 41,26% mulheres; 58,74% homens. Experiência média: 6,8 anos. Trabalho flexível: 3,25% remoto; 41,87% híbrido. 22. Analista de Eficiência Energética O que faz: analisa consumo de energia e propõe projetos de eficiência e energia renovável. Competências: gestão de energia, eficiência energética, energia renovável. Setores: geração de energia, petróleo e gás, consultoria. Onde há mais vagas: São Paulo, Rio de Janeiro, Florianópolis. Gênero: 36,71% mulheres; 63,29% homens. Experiência média: 3,6 anos. Trabalho flexível: 3,33% remoto; 40% híbrido. 23. Gerente de Projetos de Marketing O que faz: planeja, lidera e executa projetos de marketing garantindo prazo e orçamento. Competências: marketing digital, marketing B2B, e-mail marketing. Setores: publicidade, consultoria, tecnologia. Onde há mais vagas: São Paulo, Curitiba, Rio de Janeiro. Gênero: 66,67% mulheres; 33,33% homens. Experiência média: 4,6 anos. Trabalho flexível: 37,5% remoto; 31,25% híbrido. 24. Analista de Operações Logísticas O que faz: analisa transporte, armazenamento e gestão de mercadorias para reduzir atrasos e custos. Competências: 3PL, otimização da cadeia, gestão de transportes. Setores: consultoria, petróleo e gás, transporte rodoviário. Onde há mais vagas: São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre. Gênero: 16,18% mulheres; 83,82% homens. Experiência média: 7,3 anos. Trabalho flexível: 0% remoto; 37,5% híbrido. 25. Analista de Orçamento O que faz: acompanha e revisa orçamento da empresa, analisando desvios e uso de recursos. Competências: elaboração de orçamentos, medições de obra, planejamento financeiro. Setores: infraestrutura, engenharia, fabricação de máquinas. Onde há mais vagas: São Paulo, Belo Horizonte, Campinas. Gênero: 50% mulheres; 50% homens. Experiência média: 4 anos. Trabalho flexível: 4,23% remoto; 32,39% híbrido. Como o ranking foi elaborado A lista “Empregos em alta” foi criada a partir de dados do Gráfico Econômico do LinkedIn, que analisou milhões de vagas ocupadas por usuários da plataforma entre 1º de janeiro de 2023 e 31 de julho de 2025. Para entrar no ranking, os cargos precisaram apresentar crescimento consistente na base de usuários, contar com um número relevante de anúncios de vagas no último ano e registrar aumento significativo até 2025. Foram excluídos estágios, trabalhos voluntários, funções temporárias e cargos concentrados em poucas empresas. Funções semelhantes, com diferentes níveis de senioridade, foram agrupadas. A classificação foi desenvolvida pelas cientistas de dados do LinkedIn Alejandra Budar e Marcela Leviz, em colaboração com os editores Ana Prado e Fabio Manzano, da equipe do LinkedIn Notícias.
Os 25 empregos que mais devem crescer em 2026; veja o ranking do LinkedIn
Escrito em 07/01/2026
Veja os vídeos que estão em alta no g1 As profissões ligadas ao uso de tecnologia dominam os empregos que devem crescer no Brasil em 2026. A conclusão é do novo levantamento anual do LinkedIn, divulgado nesta quarta-feira (7), que aponta os 25 cargos com crescimento mais acelerado no país. A pesquisa mostra que a inteligência artificial já deixou de ser uma tendência restrita à área de tecnologia e passou a influenciar diferentes etapas da carreira, da contratação ao desenvolvimento profissional. Funções técnicas, estratégicas e operacionais aparecem lado a lado no ranking, refletindo um mercado de trabalho mais complexo e conectado. Além da tecnologia, áreas como saúde, finanças, logística e gestão seguem relevantes. Em comum, essas funções exigem qualificação técnica, capacidade analítica e adaptação a novas ferramentas. Confira o ranking: Engenheiro(a) de Inteligência Artificial Auxiliar de Enfermagem Planejador(a) Financeiro(a) Consultor(a) Regulatório(a) Geofísico(a) Engenheiro(a) de Segurança de Processo Gerente de Sucesso do Cliente Cientista Agrícola Analista de Investimentos Engenheiro(a) de Confiabilidade Especialista em Dados Técnico(a) em Microbiologia Coordenador(a) de Pesquisa Clínica Gerente de Relações Gerente de Desenvolvimento de Negócios Líder de Produção Auditor(a) Interno(a) Gerente de Logística Recrutador(a) Gerente de Instalações (Facilities) Gerente de Planejamento Estratégico Analista de Eficiência Energética Gerente de Projetos de Marketing Analista de Operações Logísticas Analista de Orçamento Mais da metade das profissões listadas tem relação direta com tecnologia, engenharia, dados ou uso intensivo de ferramentas digitais. O cargo que lidera o ranking é o de engenheiro(a) de inteligência artificial, função que ganhou espaço com a popularização de grandes modelos de linguagem e soluções baseadas em IA. Além da IA, crescem cargos ligados à análise de dados, confiabilidade, segurança de processos e eficiência energética. Esses profissionais ajudam empresas a reduzir riscos, otimizar operações e tomar decisões mais precisas. Outros setores de destaque O ranking também mostra a força contínua da área da saúde. Funções como auxiliar de enfermagem, técnico em microbiologia e coordenador de pesquisa clínica aparecem entre os cargos em alta. Segundo o LinkedIn, esse movimento reflete fatores como o envelhecimento da população, a ampliação dos serviços de diagnóstico e o avanço de pesquisas clínicas e farmacêuticas no Brasil. Outro destaque do levantamento é o crescimento de cargos ligados ao planejamento e à gestão. Estão na lista funções como planejador financeiro, analista de investimentos, gerente de planejamento estratégico e gerente de desenvolvimento de negócios. Essas posições mostram que as empresas buscam profissionais capazes de analisar cenários, organizar recursos e apoiar decisões de longo prazo, especialmente em ambientes econômicos mais instáveis. Cargo que lidera o ranking é o de engenheiro(a) de inteligência artificial Freepik Trabalho flexível avança, mas não é regra O levantamento indica que o trabalho remoto ou híbrido é mais comum em cargos ligados à tecnologia, dados, marketing e planejamento. Já funções industriais, laboratoriais e operacionais seguem majoritariamente presenciais. A diferença está ligada à natureza das atividades e à possibilidade de digitalização de cada função. Abaixo, entenda as funções e o mercado das profissões citadas no ranking: 1. Engenheiro(a) de Inteligência Artificial O que faz: desenvolve sistemas baseados em IA para análise de dados, reconhecimento de padrões e previsões. Competências: LLM, LangChain, RAG. Setores: tecnologia, serviços de TI, consultoria. Onde há mais vagas: São Paulo, Florianópolis, Recife. Gênero: 10,58% mulheres; 89,42% homens. Experiência média: 3,6 anos. Trabalho flexível: 63,55% remoto; 13,55% híbrido. 2. Auxiliar de Enfermagem O que faz: presta cuidados básicos ao paciente e apoia procedimentos médicos. Competências: punção venosa, sinais vitais, coleta de sangue. Setores: saúde, clínicas e serviços médicos. Onde há mais vagas: Ribeirão Preto, Brasília, Recife. Gênero: 87,5% mulheres. Experiência média: 2,3 anos. Trabalho flexível: não especificado. 3. Planejador(a) Financeiro(a) O que faz: ajuda pessoas a organizar investimentos, poupança e aposentadoria. Competências: planejamento financeiro e gestão patrimonial. Setores: seguros, mercado financeiro, tecnologia. Onde há mais vagas: Porto Alegre, São Paulo, Campinas. Gênero: 30,57% mulheres. Experiência média: 5 anos. Trabalho flexível: 37,5% remoto; 12,5% híbrido. 4. Consultor(a) Regulatório(a) O que faz: orienta empresas sobre normas regulatórias, compliance e exigências legais. Competências: regulação setorial, compliance, análise de risco. Setores: saúde, energia, finanças, indústria. Onde há mais vagas: São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro. Gênero: 46% mulheres; 54% homens. Experiência média: 6 anos. Trabalho flexível: 28% híbrido. 5. Geofísico(a) O que faz: analisa dados geológicos para exploração de recursos naturais. Competências: geofísica aplicada, análise sísmica, modelagem. Setores: energia, mineração, óleo e gás. Onde há mais vagas: Rio de Janeiro, Macaé, Belo Horizonte. Gênero: 22% mulheres; 78% homens. Experiência média: 7 anos. Trabalho flexível: predominantemente presencial. 6. Engenheiro(a) de Segurança de Processo O que faz: analisa e implementa medidas para prevenir acidentes e danos ambientais em processos industriais. Competências: HAZOP, Análise das Camadas de Proteção (LOPA), Modelagem de consequências. Setores: extração de petróleo e gás, consultoria em gestão, obras de infraestrutura. Onde há mais vagas: Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador. Gênero: 53,7% mulheres; 46,3% homens. Experiência média: 5,6 anos. Trabalho flexível: 20% remoto; 13,33% híbrido. 7. Gerente de Sucesso do Cliente O que faz: apoia clientes, resolve problemas e mantém relacionamentos comerciais sólidos. Competências: B2B, marketing integrado, Salesforce. Setores: publicidade, serviços de TI, tecnologia. Onde há mais vagas: São Paulo, Campinas, Curitiba. Gênero: 61,43% mulheres; 38,57% homens. Experiência média: 5,6 anos. Trabalho flexível: 22,22% remoto; 33,33% híbrido. 8. Cientista Agrícola O que faz: estuda plantas, animais e técnicas agrícolas para melhorar produção e uso de recursos. Competências: agronomia, agricultura sustentável, melhoramento vegetal. Setores: agricultura, educação superior, fabricação de máquinas e equipamentos. Onde há mais vagas: São Paulo, Ribeirão Preto, Goiânia. Gênero: 39,34% mulheres; 60,66% homens. Experiência média: 2,4 anos. Trabalho flexível: 2,74% remoto; 10,05% híbrido. 9. Analista de Investimentos O que faz: avalia riscos e oportunidades para decisões de investimento. Competências: pesquisa de capital, derivativos de ações, assessoria financeira. Setores: mercados de capital, imobiliário, tecnologia. Onde há mais vagas: Curitiba, São Paulo, Porto Alegre. Gênero: 30,55% mulheres; 69,45% homens. Experiência média: 4,6 anos. Trabalho flexível: 18,75% remoto; 31,25% híbrido. 10. Engenheiro(a) de Confiabilidade O que faz: analisa riscos de falhas em usinas e plantas industriais e propõe melhorias. Competências: manutenção centrada em confiabilidade, manutenção preditiva, análise de falhas. Setores: mineração, petróleo e gás, consultoria em gestão. Onde há mais vagas: São Paulo, Salvador, Rio de Janeiro. Gênero: 16,81% mulheres; 83,19% homens. Experiência média: 6,2 anos. Trabalho flexível: 18,37% remoto; 18,37% híbrido. 11. Especialista em Dados O que faz: coleta, organiza e atualiza bases de dados para análises e relatórios. Competências: ETL, agregação de dados, DAX. Setores: serviços de TI, consultoria em gestão, tecnologia. Onde há mais vagas: São Paulo, Belo Horizonte, Recife. Gênero: 29,66% mulheres; 70,34% homens. Experiência média: 2,2 anos. Trabalho flexível: 48,08% remoto; 19,23% híbrido. 12. Técnico(a) em Microbiologia O que faz: realiza testes laboratoriais para identificar microrganismos. Competências: microbiologia de alimentos, boas práticas de laboratório, microbiologia farmacêutica. Setores: química, alimentos e bebidas, pesquisa científica. Onde há mais vagas: Campinas, São Paulo, Curitiba. Gênero: 77,78% mulheres; 22,22% homens. Experiência média: 2,8 anos. Trabalho flexível: 0% remoto; 57,14% híbrido. 13. Coordenador(a) de Pesquisa Clínica O que faz: conduz estudos clínicos, coordena participantes e coleta dados. Competências: REDCap, boas práticas clínicas, ensaios clínicos. Setores: pesquisa científica, educação superior, recreação. Onde há mais vagas: São Paulo, Porto Alegre, Rio de Janeiro. Gênero: 79,31% mulheres; 20,69% homens. Experiência média: 2,3 anos. Trabalho flexível: 16,67% remoto; 16,67% híbrido. 14. Gerente de Relações O que faz: mantém relacionamento com parceiros, investidores e comunidades. Competências: serviços bancários comerciais, gestão de portfólio, crédito. Setores: consultoria, mídia e telecom, intermediação não-monetária. Onde há mais vagas: São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba. Gênero: 30,97% mulheres; 69,03% homens. Experiência média: 6,8 anos. Trabalho flexível: 16,67% remoto; 20,83% híbrido. 15. Gerente de Desenvolvimento de Negócios O que faz: identifica clientes e coordena estratégias para novas oportunidades. Competências: geração de leads, B2B, prospecção de negócios. Setores: tecnologia, consultoria, publicidade. Onde há mais vagas: São Paulo, Belo Horizonte, Campinas. Gênero: 43,73% mulheres; 56,27% homens. Experiência média: 6,7 anos. Trabalho flexível: 0% remoto; 50% híbrido. 16. Líder de Produção O que faz: supervisiona atividades de produção garantindo eficiência e segurança. Competências: manufatura enxuta, engenharia de produção, SOLIDWORKS. Setores: fabricação de máquinas e equipamentos, tecnologia. Onde há mais vagas: Campinas, São Paulo, Curitiba. Gênero: 32,94% mulheres; 67,06% homens. Experiência média: 5,4 anos. Trabalho flexível: 1,69% remoto; 13,56% híbrido. 17. Auditor(a) Interno(a) O que faz: revisa registros financeiros e processos internos para verificar conformidade. Competências: auditoria interna, relatórios, análise de demonstrações financeiras. Setores: serviços de TI, consultoria, lazer. Onde há mais vagas: São Paulo, Goiânia, Curitiba. Gênero: 50% mulheres; 50% homens. Experiência média: 4,3 anos. Trabalho flexível: 5,45% remoto; 43,64% híbrido. 18. Gerente de Logística O que faz: supervisiona fluxo de mercadorias, compras, armazenagem e entrega. Competências: WMS, otimização da cadeia de fornecimento, 3PL. Setores: tecnologia, alimentos e bebidas, química. Onde há mais vagas: São Paulo, Campinas, Curitiba. Gênero: 17,31% mulheres; 82,69% homens. Experiência média: 7,5 anos. Trabalho flexível: 0% remoto; 8,33% híbrido. 19. Recrutador(a) O que faz: conduz processos de recrutamento e planejamento de equipe. Competências: triagem de currículos, entrevistas, recrutamento. Setores: consultoria, recrutamento e seleção, serviços de apoio. Onde há mais vagas: São Paulo, Curitiba, Campinas. Gênero: 84,69% mulheres; 15,31% homens. Experiência média: 2,4 anos. Trabalho flexível: 9,38% remoto; 29,69% híbrido. 20. Gerente de Instalações (Facilities) O que faz: gerencia operação de escritórios, manutenção, segurança e serviços. Competências: gestão de manutenção, manutenção preventiva, operações de instalações. Setores: mineração, agricultura, serviços de alimentação. Onde há mais vagas: São Paulo, Campinas, Belo Horizonte. Gênero: 5,37% mulheres; 94,63% homens. Experiência média: 8 anos. Trabalho flexível: 4,85% remoto; 18,94% híbrido. 21. Gerente de Planejamento Estratégico O que faz: analisa desempenho do negócio e condições de mercado para definir metas. Competências: estratégia digital, branding, fusões e aquisições. Setores: publicidade, consultoria, tecnologia. Onde há mais vagas: São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro. Gênero: 41,26% mulheres; 58,74% homens. Experiência média: 6,8 anos. Trabalho flexível: 3,25% remoto; 41,87% híbrido. 22. Analista de Eficiência Energética O que faz: analisa consumo de energia e propõe projetos de eficiência e energia renovável. Competências: gestão de energia, eficiência energética, energia renovável. Setores: geração de energia, petróleo e gás, consultoria. Onde há mais vagas: São Paulo, Rio de Janeiro, Florianópolis. Gênero: 36,71% mulheres; 63,29% homens. Experiência média: 3,6 anos. Trabalho flexível: 3,33% remoto; 40% híbrido. 23. Gerente de Projetos de Marketing O que faz: planeja, lidera e executa projetos de marketing garantindo prazo e orçamento. Competências: marketing digital, marketing B2B, e-mail marketing. Setores: publicidade, consultoria, tecnologia. Onde há mais vagas: São Paulo, Curitiba, Rio de Janeiro. Gênero: 66,67% mulheres; 33,33% homens. Experiência média: 4,6 anos. Trabalho flexível: 37,5% remoto; 31,25% híbrido. 24. Analista de Operações Logísticas O que faz: analisa transporte, armazenamento e gestão de mercadorias para reduzir atrasos e custos. Competências: 3PL, otimização da cadeia, gestão de transportes. Setores: consultoria, petróleo e gás, transporte rodoviário. Onde há mais vagas: São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre. Gênero: 16,18% mulheres; 83,82% homens. Experiência média: 7,3 anos. Trabalho flexível: 0% remoto; 37,5% híbrido. 25. Analista de Orçamento O que faz: acompanha e revisa orçamento da empresa, analisando desvios e uso de recursos. Competências: elaboração de orçamentos, medições de obra, planejamento financeiro. Setores: infraestrutura, engenharia, fabricação de máquinas. Onde há mais vagas: São Paulo, Belo Horizonte, Campinas. Gênero: 50% mulheres; 50% homens. Experiência média: 4 anos. Trabalho flexível: 4,23% remoto; 32,39% híbrido. Como o ranking foi elaborado A lista “Empregos em alta” foi criada a partir de dados do Gráfico Econômico do LinkedIn, que analisou milhões de vagas ocupadas por usuários da plataforma entre 1º de janeiro de 2023 e 31 de julho de 2025. Para entrar no ranking, os cargos precisaram apresentar crescimento consistente na base de usuários, contar com um número relevante de anúncios de vagas no último ano e registrar aumento significativo até 2025. Foram excluídos estágios, trabalhos voluntários, funções temporárias e cargos concentrados em poucas empresas. Funções semelhantes, com diferentes níveis de senioridade, foram agrupadas. A classificação foi desenvolvida pelas cientistas de dados do LinkedIn Alejandra Budar e Marcela Leviz, em colaboração com os editores Ana Prado e Fabio Manzano, da equipe do LinkedIn Notícias.

