Calendário do IPVA que pode ser pago em até 10 parcelas em 2026 em Roraima Secom-RR/Divulgação/Arquivo Os estados brasileiros e o Distrito Federal divulgaram como será a cobrança do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) em 2026. Já estão disponíveis a agenda de pagamentos e as regras para que o motorista saiba se está na cota de isenção ou se recebe algum desconto no tributo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp 🚗 O g1 preparou uma lista com os calendários, alíquotas, descontos e formas de pagamento do tributo, obrigatório para a maioria dos veículos em circulação no país. Consulte abaixo o calendário do IPVA 2026 no seu estado. Para saber todos os detalhes do IPVA no seu estado, clique abaixo nas reportagens publicadas pelo g1 sobre o tema. IPVA no Acre IPVA de Alagoas IPVA de Amapá IPVA do Amazonas IPVA da Bahia IPVA do Ceará IPVA em Brasília (DF) IPVA no Espírito Santo IPVA de Goiás IPVA no Maranhão IPVA do Mato Grosso IPVA no Mato Grosso do Sul IPVA de Minas Gerais IPVA no Pará IPVA da Paraíba IPVA do Paraná IPVA de Pernambuco IPVA do Piauí IPVA do Rio de Janeiro IPVA do Rio Grande do Norte IPVA no Rio Grande do Sul IPVA de Rondônia IPVA de Roraima IPVA de Santa Catarina IPVA em São Paulo IPVA de Sergipe IPVA de Tocantins Veja os vídeos que estão em alta no g1 Tem dúvidas sobre o IPVA? Saiba mais nos tópicos abaixo. 📜 Como surgiu o IPVA? 📝 Como o IPVA é calculado? 💸 Para onde vai o dinheiro do IPVA? 🚨 Sou obrigado a pagar o IPVA? Como surgiu o IPVA? O imposto foi criado em 1985 para substituir outro semelhante, chamado de Taxa Rodoviária Única (TRU). Mesmo com o IPVA sendo um tributo cobrado de todos os brasileiros com algum automóvel como ônibus, caminhão, moto ou carro, a forma como é recolhido e seu valor depende do estado de registro do bem. Quando lançado, o IPVA foi destinado para a manutenção e construção de rodovias e estradas espalhadas por todo Brasil. Volte ao índice. Como o IPVA é calculado? O cálculo do IPVA varia de estado para estado, com alíquotas de até 4%. Com ela em mãos, você precisa multiplicar pelo valor venal do automóvel, disponível em uma tabela da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Vamos supor que a alíquota seja de 4% e será cobrada de um Volkswagen Polo 1.0 200 TSI Comfortline, que, segundo a tabela da Fipe, custa R$ 69.574 no modelo 2018. O IPVA para o carro será de R$ 2.782,96. Como o IPVA é calculado sobre o valor do automóvel, ele tende a ser maior para modelos novos, e diminui com o passar dos anos. O Polo do nosso exemplo, se for de 2022, já tem o tributo calculado para R$ 3.468,60. Uma picape Fiat Strada mais antiga, modelo Trekking 1.6 Flex CD, lançada em 2013, tem o IPVA de R$ 2.169,80. Volte ao índice. Para onde vai o dinheiro do IPVA? Todo imposto tem um objetivo ou é fatiado entre entidades do governo. Do total pago pelo contribuinte, o IPVA é distribuído da seguinte forma: Governo estadual: 40%; Governo municipal: 40%; Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb): 20%. Com esta divisão, já é possível entender que um quinto do valor do IPVA é utilizado com fonte importante para financiar projetos de educação pública. Atualmente, o uso estadual e municipal não está mais necessariamente ligado às rodovias. Cada um aponta o destino da verba como bem entender, como saúde, infraestrutura ou segurança. Em 2025, por exemplo, o estado de São Paulo destinou boa parte do IPVA para compensar obras de infraestrutura e melhoria na prestação de serviços públicos como os de saúde e educação. Volte ao índice. Sou obrigado a pagar o IPVA? Depende. Em quase todos os estados, veículos mais antigos passam a não pagar mais o IPVA, mas o período considerado varia. Porém, em dezembro de 2025, o Congresso Nacional promulgou uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que isenta veículos fabricados a mais de 20 anos de pagar IPVA. A medida — que pode beneficiar até 7,7 milhões de veículos — tem como objetivo padronizar a possibilidade de isenção no pagamento do imposto entre todas as unidades federativas do país. Antes desta PEC, Santa Catarina apenas isentava veículos com 30 anos de fabricação. O caso mais extremo é de Pernambuco, que não isenta os automóveis com base na idade deles. Alguns estados isentam o IPVA de taxistas, ônibus, motocicletas, pessoas com deficiência e também automóveis elétricos ou híbridos. Em São Paulo, por exemplo, a frota de veículos ao final de 2025 era de 30,1 milhões de automóveis. Do total, 19,2 milhões estão sujeitos ao recolhimento do IPVA e 9,9 milhões são isentos por terem mais de 20 anos de fabricação. Além destes, no estado são isentos de pagamento do IPVA 1 milhão de veículos, como os de taxistas e pessoas com deficiência. As regras de isenção em SP incluem: Automóveis com ao menos 20 anos de fabricação; Motocicletas, ciclomotores e motonetas de até 150 cilindradas; Pessoas com deficiência física, sensorial, intelectual ou mental; Veículos híbridos movidos a etanol ou flex, além dos que utilizam hidrogênio como combustível, custando até R$ 250 mil; Automóveis registrados em igrejas e entidades sem fins lucrativos; Veículos oficiais; Taxistas; Ônibus e micro-ônibus urbanos. Volte ao índice.
IPVA 2026: veja calendário de pagamento nos estados e no DF
Escrito em 05/01/2026
Calendário do IPVA que pode ser pago em até 10 parcelas em 2026 em Roraima Secom-RR/Divulgação/Arquivo Os estados brasileiros e o Distrito Federal divulgaram como será a cobrança do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) em 2026. Já estão disponíveis a agenda de pagamentos e as regras para que o motorista saiba se está na cota de isenção ou se recebe algum desconto no tributo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp 🚗 O g1 preparou uma lista com os calendários, alíquotas, descontos e formas de pagamento do tributo, obrigatório para a maioria dos veículos em circulação no país. Consulte abaixo o calendário do IPVA 2026 no seu estado. Para saber todos os detalhes do IPVA no seu estado, clique abaixo nas reportagens publicadas pelo g1 sobre o tema. IPVA no Acre IPVA de Alagoas IPVA de Amapá IPVA do Amazonas IPVA da Bahia IPVA do Ceará IPVA em Brasília (DF) IPVA no Espírito Santo IPVA de Goiás IPVA no Maranhão IPVA do Mato Grosso IPVA no Mato Grosso do Sul IPVA de Minas Gerais IPVA no Pará IPVA da Paraíba IPVA do Paraná IPVA de Pernambuco IPVA do Piauí IPVA do Rio de Janeiro IPVA do Rio Grande do Norte IPVA no Rio Grande do Sul IPVA de Rondônia IPVA de Roraima IPVA de Santa Catarina IPVA em São Paulo IPVA de Sergipe IPVA de Tocantins Veja os vídeos que estão em alta no g1 Tem dúvidas sobre o IPVA? Saiba mais nos tópicos abaixo. 📜 Como surgiu o IPVA? 📝 Como o IPVA é calculado? 💸 Para onde vai o dinheiro do IPVA? 🚨 Sou obrigado a pagar o IPVA? Como surgiu o IPVA? O imposto foi criado em 1985 para substituir outro semelhante, chamado de Taxa Rodoviária Única (TRU). Mesmo com o IPVA sendo um tributo cobrado de todos os brasileiros com algum automóvel como ônibus, caminhão, moto ou carro, a forma como é recolhido e seu valor depende do estado de registro do bem. Quando lançado, o IPVA foi destinado para a manutenção e construção de rodovias e estradas espalhadas por todo Brasil. Volte ao índice. Como o IPVA é calculado? O cálculo do IPVA varia de estado para estado, com alíquotas de até 4%. Com ela em mãos, você precisa multiplicar pelo valor venal do automóvel, disponível em uma tabela da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Vamos supor que a alíquota seja de 4% e será cobrada de um Volkswagen Polo 1.0 200 TSI Comfortline, que, segundo a tabela da Fipe, custa R$ 69.574 no modelo 2018. O IPVA para o carro será de R$ 2.782,96. Como o IPVA é calculado sobre o valor do automóvel, ele tende a ser maior para modelos novos, e diminui com o passar dos anos. O Polo do nosso exemplo, se for de 2022, já tem o tributo calculado para R$ 3.468,60. Uma picape Fiat Strada mais antiga, modelo Trekking 1.6 Flex CD, lançada em 2013, tem o IPVA de R$ 2.169,80. Volte ao índice. Para onde vai o dinheiro do IPVA? Todo imposto tem um objetivo ou é fatiado entre entidades do governo. Do total pago pelo contribuinte, o IPVA é distribuído da seguinte forma: Governo estadual: 40%; Governo municipal: 40%; Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb): 20%. Com esta divisão, já é possível entender que um quinto do valor do IPVA é utilizado com fonte importante para financiar projetos de educação pública. Atualmente, o uso estadual e municipal não está mais necessariamente ligado às rodovias. Cada um aponta o destino da verba como bem entender, como saúde, infraestrutura ou segurança. Em 2025, por exemplo, o estado de São Paulo destinou boa parte do IPVA para compensar obras de infraestrutura e melhoria na prestação de serviços públicos como os de saúde e educação. Volte ao índice. Sou obrigado a pagar o IPVA? Depende. Em quase todos os estados, veículos mais antigos passam a não pagar mais o IPVA, mas o período considerado varia. Porém, em dezembro de 2025, o Congresso Nacional promulgou uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que isenta veículos fabricados a mais de 20 anos de pagar IPVA. A medida — que pode beneficiar até 7,7 milhões de veículos — tem como objetivo padronizar a possibilidade de isenção no pagamento do imposto entre todas as unidades federativas do país. Antes desta PEC, Santa Catarina apenas isentava veículos com 30 anos de fabricação. O caso mais extremo é de Pernambuco, que não isenta os automóveis com base na idade deles. Alguns estados isentam o IPVA de taxistas, ônibus, motocicletas, pessoas com deficiência e também automóveis elétricos ou híbridos. Em São Paulo, por exemplo, a frota de veículos ao final de 2025 era de 30,1 milhões de automóveis. Do total, 19,2 milhões estão sujeitos ao recolhimento do IPVA e 9,9 milhões são isentos por terem mais de 20 anos de fabricação. Além destes, no estado são isentos de pagamento do IPVA 1 milhão de veículos, como os de taxistas e pessoas com deficiência. As regras de isenção em SP incluem: Automóveis com ao menos 20 anos de fabricação; Motocicletas, ciclomotores e motonetas de até 150 cilindradas; Pessoas com deficiência física, sensorial, intelectual ou mental; Veículos híbridos movidos a etanol ou flex, além dos que utilizam hidrogênio como combustível, custando até R$ 250 mil; Automóveis registrados em igrejas e entidades sem fins lucrativos; Veículos oficiais; Taxistas; Ônibus e micro-ônibus urbanos. Volte ao índice.

