Ex é presa acusada de mandar matar dono de lava-rápido em SP; assassino foi morto pela PM

Escrito em 17/04/2026


Ex é presa por mandar matar dono de lava-rápido em SP A ex‑mulher do dono de um lava‑rápido assassinado no ano passado foi presa acusada de mandar matá-lo. A prisão de Andressa da Silva Balduino, de 32 anos, pela Polícia Militar ocorreu na quarta-feira (15) em Juquitiba, na Grande São Paulo. Ela se entregou sem oferecer resistência. A defesa dela não foi localizada. José Leandro de Oliveira, de 40 anos, foi morto a tiros em novembro em Osasco, também na região metropolitana. Câmeras de monitoramento perto do estabelecimento gravaram o crime (veja vídeos nessa reportagem). O noivo de Andressa, Edson Alves Caetano, de 52 anos, acusado de assassinar José, acabou morto pela PM na mesma operação que prendeu Andressa, em um sítio na zona rural de Juquitiba. Segundo a corporação, o homem tentou fugir e reagiu atirando contra os agentes, que revidaram. Ele chegou a ser levado para um hospital, mas não resistiu e morreu. Andressa Balduino foi presa acusada de mandar matar o ex-marido, José Oliveira, em Osasco Reprodução/TV Globo Edson e Andressa eram procurados pela polícia depois que a Justiça decretou as prisões preventivas deles e os tornou réus pelo homicídio de José. Os dois estavam foragidos. Além da arma usada por Edson contra os agentes, a PM também apreendeu uma espingarda com Andressa. De acordo com o Ministério Público (MP), Andressa planejou o assassinato de José porque o ex‑marido estaria se intrometendo na vida dela com Edson, seu novo companheiro. Para isso, segundo a acusação, a mulher decidiu que a morte do empresário deveria parecer um latrocínio, que é o roubo seguido de morte. Desse modo, dificultaria o trabalho da polícia para identificar os responsáveis pelo crime. Um sobrinho de Edson e outro homem também são réus acusados de envolvimento no assassinato do dono do lava‑rápido. Segundo a Polícia Civil, Danilo Barbosa de Souza ajudou o tio a atirar em José. Ele ainda teria pagado R$ 150 a Ivan Almeida da Silva para participar do crime — a missão de Ivan seria dirigir um carro levando Danilo e Edson até o lava‑rápido e, depois, ajudá‑los a fugir. Preso suspeito de participação na morte a tiros de dono de lava-rápido em Osasco Após tio e sobrinho atirarem em José, eles ainda levaram o carro da vítima, uma BMW. O plano era simular um roubo que resultou na morte do empresário. O carro esportivo de luxo foi encontrado pela PM quatro horas após o crime, a 2 quilômetros do lava‑rápido. Ivan havia sido preso em 2 de dezembro do ano passado pela polícia. Danilo continua foragido e é procurado pelas autoridades. Todos os quatro réus respondem pelo crime de homicídio qualificado. A equipe de reportagem não conseguiu localizar as defesas deles para comentarem o assunto. Dono de lava-rápido é morto a tiros e tem BMW roubada em Osasco Reprodução