Foram cumpridos 5 mandados contra grupo investigado por esquema de influência em decisões judiciais PJC/MT Foi realizada nesta quinta-feira (25) pela polícia civil, a Operação Falsa Vantagem, que investiga um suposto esquema criminoso de influência em decisões judiciais mediante pagamento de dinheiro. Ao todo, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados. O grupo é suspeito de prometer interferência em decisões da Justiça em troca de vantagens financeiras. Os investigados podem responder por crimes como extorsão, exploração de prestígio, estelionato, corrupção e organização criminosa. Entre os alvos da operação estão um advogado, bacharéis em Direito, um policial penal e uma servidora do Poder Judiciário. A investigação busca esclarecer como o esquema funcionava, há quanto tempo estaria em atividade e se existem outras vítimas envolvidas. As ordens judiciais foram autorizadas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias do Polo de Cuiabá e fazem parte de uma investigação conduzida pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Promessa de anulação de pena Familiares de um homem condenado pela Justiça teriam sido procurados pelo grupo, que prometeu conseguir a anulação da pena. Para isso, os suspeitos alegavam ter influência sobre uma servidora responsável por decisões judiciais e cobraram R$ 150 mil em dinheiro vivo para garantir o suposto benefício. Ainda segundo a investigação, a exigência de pagamento em espécie teria como objetivo dificultar o rastreamento dos valores. No entanto, o resultado obtido foi apenas uma redução da pena do condenado, e não a anulação prometida pelos suspeitos. Após ficar insatisfeito com o desfecho do caso, o beneficiário passou a cobrar a devolução do dinheiro pago. Essa situação também está sendo analisada pela Polícia Civil. Agora no g1 O delegado responsável pelo caso, Marlon Luz, informou que os mandados têm como objetivo recolher celulares, computadores, documentos e outros materiais que possam ajudar no esclarecimento dos fatos e na identificação de possíveis envolvidos. As investigações continuam para determinar a dimensão do suposto esquema, localizar outras vítimas e definir a participação de cada um dos investigados. Essa reportagem está em atualização.
Grupo é investigado por suposto esquema de venda de influência em decisões judiciais
Escrito em 25/06/2026
Foram cumpridos 5 mandados contra grupo investigado por esquema de influência em decisões judiciais PJC/MT Foi realizada nesta quinta-feira (25) pela polícia civil, a Operação Falsa Vantagem, que investiga um suposto esquema criminoso de influência em decisões judiciais mediante pagamento de dinheiro. Ao todo, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados. O grupo é suspeito de prometer interferência em decisões da Justiça em troca de vantagens financeiras. Os investigados podem responder por crimes como extorsão, exploração de prestígio, estelionato, corrupção e organização criminosa. Entre os alvos da operação estão um advogado, bacharéis em Direito, um policial penal e uma servidora do Poder Judiciário. A investigação busca esclarecer como o esquema funcionava, há quanto tempo estaria em atividade e se existem outras vítimas envolvidas. As ordens judiciais foram autorizadas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias do Polo de Cuiabá e fazem parte de uma investigação conduzida pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Promessa de anulação de pena Familiares de um homem condenado pela Justiça teriam sido procurados pelo grupo, que prometeu conseguir a anulação da pena. Para isso, os suspeitos alegavam ter influência sobre uma servidora responsável por decisões judiciais e cobraram R$ 150 mil em dinheiro vivo para garantir o suposto benefício. Ainda segundo a investigação, a exigência de pagamento em espécie teria como objetivo dificultar o rastreamento dos valores. No entanto, o resultado obtido foi apenas uma redução da pena do condenado, e não a anulação prometida pelos suspeitos. Após ficar insatisfeito com o desfecho do caso, o beneficiário passou a cobrar a devolução do dinheiro pago. Essa situação também está sendo analisada pela Polícia Civil. Agora no g1 O delegado responsável pelo caso, Marlon Luz, informou que os mandados têm como objetivo recolher celulares, computadores, documentos e outros materiais que possam ajudar no esclarecimento dos fatos e na identificação de possíveis envolvidos. As investigações continuam para determinar a dimensão do suposto esquema, localizar outras vítimas e definir a participação de cada um dos investigados. Essa reportagem está em atualização.

