Ruan Carlos: assassino de supervisor do CRB se entrega à polícia O suspeito de ser o mandante do assassinato do coordenador das categorias de base do CRB, Johanisson Carlos Lima Costa, o “Joba”, teve a prisão mantida após passar por audiência de custódia nesta quarta-feira (28). A informação foi confirmada ao g1 pelo advogado dele, Napoleão Júnior. Identificado como Ruan Ferreira, 30 anos, o suspeito foi encaminhado para o Sistema Prisional após a audiência de custódia. "A defesa se manifestou pela desnecessidade da prisão porque entende que ele deveria responder ao processo em liberdade porque tudo que presume ser ele o autor já foram capturados pela polícia, mas o magistrado que conduziu a audiência entendeu de forma diferente, e meu cliente segue preso", Napoleão Júnior. Ruan, suspeito de ser mandante do assassinato de Johanisson Lima, o Joba, coordenador das categorias de base do CRB Reprodução/TV Asa Branca Ruan Ferreira nega ser o mandante Ainda de acordo com a defesa de Ruan Ferreira, o cliente nega veementemente o pagamento de R$ 10 mil pelo cometimento do crime. "A polícia levantou a informação que haveria participação da Letícia, ex-companheira do Joba, e eu perguntei ao Ruan. Ele se manteve em silêncio e só disse que a conhecia. Não falou nada sobre relacionamento com ela". A delegada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Tacyane Ribeiro, informou durante entrevista coletiva que Ruan é historiador e não possui antecedentes criminais. Segundo a delegada, ele confirmou apenas informações básicas, como o nome e profissão. "Infelizmente ele não colaborou com a investigação, que segue, mas em breve a gente vai concluir. Basicamente o caso já está elucidado. Ele não tem nenhum antecedente criminal, estava bastante nervoso. Só respondeu a primeira parte do interrogatório, que é no tocante à pessoa, como nome, estado civil, quantos filhos tem. Mas na parte dos fatos ele preferiu ficar em silêncio. Não confirmou, nem negou", explicou Tacyane Ribeiro. Ela explicou ainda não há elementos para incluir a ex-companheira de Joba na autoria ou participação do crime. A Polícia Civil periciou o aparelho celular da mulher, mas nada suspeito foi encontrado. Áudio não é confissão de crime O advogado Napoleão Júnior também conversou com a reportagem sobre um áudio que circulou entre grupos de rede social, onde Ruan Ferreira pede desculpas à comunidade que ele é ligado. Conforme a defesa do suspeito, o que foi dito na publicação não é uma confissão de crime. "Pelo contrário, no áudio ele pede perdão pela repercussão de ter o nome dele ligado a esse crime, ter o nome exposto em redes sociais. Ele é um professor, tem alunos. Por isso, ele pede oração pelo momento difícil que está passando", afirmou o advogado. LEIA TAMBÉM: Coordenador das categorias de base do CRB é morto a tiros na Santa Lúcia VÍDEO: homem em bicicleta atira e mata coordenador do CRB Pagamento de R$ 10 mil e ciúmes: polícia detalha assassinato de Joba Suspeitos de terem envolvimento na morte de Joba morrem em troca de tiros Crime Polícia esclarece morte do superior de futebol do CRB Johanisson Carlos Lima Costa, o "Joba", de 33 anos, foi assassinado a tiros, na manhã da última sexta-feira (23), no bairro da Santa Lúcia, em Maceió. A delegada Tacyane Ribeiro, informou na segunda (26), durante uma entrevista coletiva, que o coordenador do CRB foi morto por ciúmes e que o mandante pagou R$ 10 mil pela execução. A delegada informou ainda que Joba tinha uma relacionamento com uma mulher e, após o término, ela se envolveu com Ruan. Como a relação entre os dois não deu certo, a mulher estaria reatando com Joba, o que causou insatisfação a Ruan. "Não tem nada a ver com briga de torcida organizada, mas uma questão pessoal. O Ruan contratou essas pessoas para matar a vítima. O plano estava arquitetado desde dezembro do ano passado. Foram 10 mil reais [o valor para a execução]. R$ 4 mil foram pagos na terça-feira, antes do crime", comentou a advogada. Vídeo registra momento em que coordenador do CRB é assassinado na Santa Lúcia Mortes e prisão Suspeitos de matar Johanisson Lima, o Joba, foram mortos em confronto, segundo a polícia Divulgação/SSP-AL Três suspeitos de terem envolvimento no assassinato de Johanisson Carlos Lima Costa morreram após uma troca de tiros com a polícia no Clima Bom, em Maceió. A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-AL), que não divulgou o nome dos suspeitos. Com os suspeitos, a polícia apreendeu dois revólveres, uma pistola e dois capacetes. A delegada Tacyane Pinheiro explicou que o trio foi localizado após a moto que deu fuga ao executor do crime ser localizada. O responsável pela moto foi preso, enquanto os outros três teriam resistido à abordagem, atirando contra os policiais Eles foram feridos e socorridos para receber atendimento médico, mas não resistiram aos ferimentos. Com os suspeitos, a polícia apreendeu dois revólveres, uma pistola e dois capacetes. CRB lamenta morte do coordenador das categorias de Base, Johanisson Lima, o Joba Reprodução/CRB
Suspeito de mandar matar coordenador do CRB tem prisão mantida após audiência de custódia
Escrito em 28/01/2026
Ruan Carlos: assassino de supervisor do CRB se entrega à polícia O suspeito de ser o mandante do assassinato do coordenador das categorias de base do CRB, Johanisson Carlos Lima Costa, o “Joba”, teve a prisão mantida após passar por audiência de custódia nesta quarta-feira (28). A informação foi confirmada ao g1 pelo advogado dele, Napoleão Júnior. Identificado como Ruan Ferreira, 30 anos, o suspeito foi encaminhado para o Sistema Prisional após a audiência de custódia. "A defesa se manifestou pela desnecessidade da prisão porque entende que ele deveria responder ao processo em liberdade porque tudo que presume ser ele o autor já foram capturados pela polícia, mas o magistrado que conduziu a audiência entendeu de forma diferente, e meu cliente segue preso", Napoleão Júnior. Ruan, suspeito de ser mandante do assassinato de Johanisson Lima, o Joba, coordenador das categorias de base do CRB Reprodução/TV Asa Branca Ruan Ferreira nega ser o mandante Ainda de acordo com a defesa de Ruan Ferreira, o cliente nega veementemente o pagamento de R$ 10 mil pelo cometimento do crime. "A polícia levantou a informação que haveria participação da Letícia, ex-companheira do Joba, e eu perguntei ao Ruan. Ele se manteve em silêncio e só disse que a conhecia. Não falou nada sobre relacionamento com ela". A delegada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Tacyane Ribeiro, informou durante entrevista coletiva que Ruan é historiador e não possui antecedentes criminais. Segundo a delegada, ele confirmou apenas informações básicas, como o nome e profissão. "Infelizmente ele não colaborou com a investigação, que segue, mas em breve a gente vai concluir. Basicamente o caso já está elucidado. Ele não tem nenhum antecedente criminal, estava bastante nervoso. Só respondeu a primeira parte do interrogatório, que é no tocante à pessoa, como nome, estado civil, quantos filhos tem. Mas na parte dos fatos ele preferiu ficar em silêncio. Não confirmou, nem negou", explicou Tacyane Ribeiro. Ela explicou ainda não há elementos para incluir a ex-companheira de Joba na autoria ou participação do crime. A Polícia Civil periciou o aparelho celular da mulher, mas nada suspeito foi encontrado. Áudio não é confissão de crime O advogado Napoleão Júnior também conversou com a reportagem sobre um áudio que circulou entre grupos de rede social, onde Ruan Ferreira pede desculpas à comunidade que ele é ligado. Conforme a defesa do suspeito, o que foi dito na publicação não é uma confissão de crime. "Pelo contrário, no áudio ele pede perdão pela repercussão de ter o nome dele ligado a esse crime, ter o nome exposto em redes sociais. Ele é um professor, tem alunos. Por isso, ele pede oração pelo momento difícil que está passando", afirmou o advogado. LEIA TAMBÉM: Coordenador das categorias de base do CRB é morto a tiros na Santa Lúcia VÍDEO: homem em bicicleta atira e mata coordenador do CRB Pagamento de R$ 10 mil e ciúmes: polícia detalha assassinato de Joba Suspeitos de terem envolvimento na morte de Joba morrem em troca de tiros Crime Polícia esclarece morte do superior de futebol do CRB Johanisson Carlos Lima Costa, o "Joba", de 33 anos, foi assassinado a tiros, na manhã da última sexta-feira (23), no bairro da Santa Lúcia, em Maceió. A delegada Tacyane Ribeiro, informou na segunda (26), durante uma entrevista coletiva, que o coordenador do CRB foi morto por ciúmes e que o mandante pagou R$ 10 mil pela execução. A delegada informou ainda que Joba tinha uma relacionamento com uma mulher e, após o término, ela se envolveu com Ruan. Como a relação entre os dois não deu certo, a mulher estaria reatando com Joba, o que causou insatisfação a Ruan. "Não tem nada a ver com briga de torcida organizada, mas uma questão pessoal. O Ruan contratou essas pessoas para matar a vítima. O plano estava arquitetado desde dezembro do ano passado. Foram 10 mil reais [o valor para a execução]. R$ 4 mil foram pagos na terça-feira, antes do crime", comentou a advogada. Vídeo registra momento em que coordenador do CRB é assassinado na Santa Lúcia Mortes e prisão Suspeitos de matar Johanisson Lima, o Joba, foram mortos em confronto, segundo a polícia Divulgação/SSP-AL Três suspeitos de terem envolvimento no assassinato de Johanisson Carlos Lima Costa morreram após uma troca de tiros com a polícia no Clima Bom, em Maceió. A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-AL), que não divulgou o nome dos suspeitos. Com os suspeitos, a polícia apreendeu dois revólveres, uma pistola e dois capacetes. A delegada Tacyane Pinheiro explicou que o trio foi localizado após a moto que deu fuga ao executor do crime ser localizada. O responsável pela moto foi preso, enquanto os outros três teriam resistido à abordagem, atirando contra os policiais Eles foram feridos e socorridos para receber atendimento médico, mas não resistiram aos ferimentos. Com os suspeitos, a polícia apreendeu dois revólveres, uma pistola e dois capacetes. CRB lamenta morte do coordenador das categorias de Base, Johanisson Lima, o Joba Reprodução/CRB

