Enviados americanos encontram Putin para negociar a paz Enviados especiais de Donald Trump chegaram à Rússia para tentar pôr fim à guerra de quatro anos e meio na Ucrânia. A visita coincide com o aumento dos ataques contra civis dos dois lados. Depois de jantar com um representante do governo russo, a delegação americana, formada por Steve Witkoff e Jared Kushner, foi ao Kremlin com uma proposta para acabar com o conflito. O presidente Vladimir Putin descreveu como “difícil” a situação que ele discutiria com os americanos. Mas Rússia e Ucrânia se comprometeram a não atacar as capitais dos dois países nos próximos três dias, durante as negociações. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Não está claro o que o plano de Trump traz de diferente para resolver o conflito na Ucrânia. Do lado do Kremlin, pouca coisa mudou. Durante a reunião, o presidente russo, Vladimir Putin, informou que a Rússia vai conquistar todos os seus objetivos na guerra e que as causas do conflito devem ser resolvidas. Depois do encontro, um representante do Kremlin afirmou que foi uma conversa franca e construtiva, e que assuntos econômicos também foram discutidos. Enviados especiais de Trump iniciam visita à Rússia e à Ucrânia para tentar pôr fim à guerra de quatro anos e meio Jornal Nacional/ Reprodução A Rússia afirma que a Ucrânia deve ceder todo o território reivindicado e deve abandonar o plano de entrar para a Otan. O governo ucraniano não aceita entregar terras a Putin. Mas admitiu que pode abandonar a ambição de ingressar na aliança militar ocidental, desde que receba em troca garantias de segurança dos aliados ocidentais. As negociações para o fim da guerra na Ucrânia estavam praticamente paralisadas desde fevereiro, quando os americanos voltaram sua atenção para o conflito no Irã. Neste sábado (5) à noite, Witkoff e Kushner deixaram Moscou em direção a Kiev, capital da Ucrânia, para dar continuidade às negociações. A nova ofensiva diplomática coincide com uma fase mais letal da guerra. Drones e mísseis têm atingido cada vez alvos civis de ambos os lados. GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Jornal Nacional LEIA TAMBÉM Europa sob pressão: 'guerra de drones' entre Rússia e Ucrânia já afetou mais de 20 países; MAPA Enviados dos EUA chegam a Moscou para negociações de paz em meio a novos ataques russos na Ucrânia
Enviados especiais de Trump iniciam visita à Rússia e à Ucrânia para tentar pôr fim à guerra de quatro anos e meio
Escrito em 06/09/2026
Enviados americanos encontram Putin para negociar a paz Enviados especiais de Donald Trump chegaram à Rússia para tentar pôr fim à guerra de quatro anos e meio na Ucrânia. A visita coincide com o aumento dos ataques contra civis dos dois lados. Depois de jantar com um representante do governo russo, a delegação americana, formada por Steve Witkoff e Jared Kushner, foi ao Kremlin com uma proposta para acabar com o conflito. O presidente Vladimir Putin descreveu como “difícil” a situação que ele discutiria com os americanos. Mas Rússia e Ucrânia se comprometeram a não atacar as capitais dos dois países nos próximos três dias, durante as negociações. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Não está claro o que o plano de Trump traz de diferente para resolver o conflito na Ucrânia. Do lado do Kremlin, pouca coisa mudou. Durante a reunião, o presidente russo, Vladimir Putin, informou que a Rússia vai conquistar todos os seus objetivos na guerra e que as causas do conflito devem ser resolvidas. Depois do encontro, um representante do Kremlin afirmou que foi uma conversa franca e construtiva, e que assuntos econômicos também foram discutidos. Enviados especiais de Trump iniciam visita à Rússia e à Ucrânia para tentar pôr fim à guerra de quatro anos e meio Jornal Nacional/ Reprodução A Rússia afirma que a Ucrânia deve ceder todo o território reivindicado e deve abandonar o plano de entrar para a Otan. O governo ucraniano não aceita entregar terras a Putin. Mas admitiu que pode abandonar a ambição de ingressar na aliança militar ocidental, desde que receba em troca garantias de segurança dos aliados ocidentais. As negociações para o fim da guerra na Ucrânia estavam praticamente paralisadas desde fevereiro, quando os americanos voltaram sua atenção para o conflito no Irã. Neste sábado (5) à noite, Witkoff e Kushner deixaram Moscou em direção a Kiev, capital da Ucrânia, para dar continuidade às negociações. A nova ofensiva diplomática coincide com uma fase mais letal da guerra. Drones e mísseis têm atingido cada vez alvos civis de ambos os lados. GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Jornal Nacional LEIA TAMBÉM Europa sob pressão: 'guerra de drones' entre Rússia e Ucrânia já afetou mais de 20 países; MAPA Enviados dos EUA chegam a Moscou para negociações de paz em meio a novos ataques russos na Ucrânia

