Mulher que diz ter sido jogada pelo ex-companheiro de penhasco é resgatada com vida: 'Viva, mexendo os braços', celebra filha

Escrito em 27/05/2026


Policiais militares e bombeiros resgataram mulher que ficou mais de 24 horas em penhasco Em Belo Horizonte, policiais militares e bombeiros resgataram uma mulher que diz ter sido jogada em um penhasco pelo ex-companheiro. O suspeito foi preso no interior de Minas Gerais. "Achou ela viva. Achou ela viva, ela está mexendo os braços”, diz Thaine Rodrigues de Souza, filha de Ana Cláudia. O alívio da família de Ana Cláudia veio depois de 24 horas de buscas. Ela foi encontrada agarrada a um pequeno arbusto, em um penhasco no Parque Estadual da Serra do Rola-Moça, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Ana Cláudia Rodrigues da Silva Souza estava a 50 m de onde caiu. Bombeiros montaram uma operação de salvamento delicada. Ela recebeu os primeiros socorros ainda no parque. "Ela está muito cansada em detrimento dessas horas que passou nessa região de mata, também possivelmente muito frio pela madrugada”, diz o tenente Geraldo Silveira, copiloto do Corpo de Bombeiros - MG. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Segundo a polícia, Ana Cláudia foi sequestrada na segunda-feira (25) de manhã pelo ex-companheiro, Silvanildo Amâncio Araújo. Ela contou que foi empurrada penhasco abaixo. A Sônia, prima de Ana Cláudia, acompanhou o resgate. "Ela está muito traumatizada porque não foi só jogar ela. Ele bateu muito nela. Ela apanhou muito, ele torturou ela física e psicologicamente”, conta a analista de tecnologia Sônia Alves Ribeiro. Mulher que diz ter sido jogada pelo ex-companheiro de penhasco é resgatada com vida Jornal Nacional/ Reprodução Ainda de acordo com a polícia, Silvanildo foi preso no norte de Minas, há mais de 500 km do local do crime. De helicóptero, os bombeiros levaram Ana Cláudia para o hospital. Os médicos disseram que Ana Cláudia chegou muito assustada. Ela está consciente, teve fratura no nariz e ferimentos leves. A expectativa é que ela receba alta nos próximos dias e possa voltar para casa. "Foi o pior dia da minha vida porque eu não sabia se minha mãe estava bem, se minha mãe estava viva, se minha mãe estava morta, se estava passando por alguma coisa. Eu só quero ver minha mãe, poder abraçar ela e ficar perto dela. Só isso”, conta Thaine Rodrigues de Souza. GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Jornal Nacional LEIA TAMBÉM Brasil propõe pacto contra feminicídio ao Mercosul para combater violência contra as mulheres Brasil registra um feminicídio a cada 5 horas e 25 minutos no 1º trimestre