EUA planejam enviar mais soldados pra o Oriente Médio O comando militar dos Estados Unidos prepara o envio de milhares de soldados para operações terrestres no Oriente Médio. O “Wall Street Journal” afirmou que o Pentágono pretende enviar mais 10 mil militares para a guerra, além dos 5 mil fuzileiros navais e paraquedistas anunciados no início da semana. Cerca de 50 mil já estavam no Oriente Médio quando o conflito começou, há quase um mês. O novo destacamento seria acompanhado de peças de artilharia e veículos blindados – o que sugere planos para uma ofensiva terrestre. No fim de semana, o presidente Donald Trump tinha ameaçado atacar instalações petrolíferas do Irã caso Teerã não liberasse a passagem de todos os navios pelo Estreito de Ormuz. O alvo mais provável, segundo especialistas, é a ilha de Kharg, que concentra 90% da produção iraniana de petróleo. Com sinais de que a guerra pode se estender, militares do Pentágono temem pelo estoque de munição para manter os ataques contra o Irã. O secretário de Guerra Pete Hegseth tem repetido que o arsenal americano pode sustentar uma campanha “pelo tempo que for necessário”. Com sinais de que a guerra pode se estender, Pentágono teme pelo estoque de munição para manter ataques contra o Irã Jornal Nacional/ Reprodução Mas os números mostram que não é bem assim. Nos primeiros dias do conflito, os Estados Unidos usaram mais de 850 mísseis Tomahawk. Não há um número oficial, mas especialistas avaliam que, antes da guerra, os Estados Unidos possuíam cerca de 3 mil Tomahawks. Cada um custa US$ 3,5 milhões e leva dois anos para ser produzido. O Pentágono já cogita transferir mísseis que estão em bases navais americanas na Ásia e acelerar a produção. Nesta sexta-feira (27), Trump disse que o Oriente Médio está muito perto de ficar sem a ameaça nuclear do Irã e que as negociações com o governo iraniano estão em andamento. LEIA TAMBÉM Em menos de um mês, quase 300 militares dos EUA ficaram feridos, e mais de mil soldados iranianos morreram na guerra Além do petróleo: os outros produtos de exportação afetados pelo fechamento do estreito de Ormuz pelo Irã Mãe de crianças mortas em escola bombardeada no Irã lembra última conversa: 'Venha nos buscar na escola'
Com sinais de que a guerra pode se estender, Pentágono teme pelo estoque de munição para manter ataques contra o Irã
Escrito em 28/03/2026
EUA planejam enviar mais soldados pra o Oriente Médio O comando militar dos Estados Unidos prepara o envio de milhares de soldados para operações terrestres no Oriente Médio. O “Wall Street Journal” afirmou que o Pentágono pretende enviar mais 10 mil militares para a guerra, além dos 5 mil fuzileiros navais e paraquedistas anunciados no início da semana. Cerca de 50 mil já estavam no Oriente Médio quando o conflito começou, há quase um mês. O novo destacamento seria acompanhado de peças de artilharia e veículos blindados – o que sugere planos para uma ofensiva terrestre. No fim de semana, o presidente Donald Trump tinha ameaçado atacar instalações petrolíferas do Irã caso Teerã não liberasse a passagem de todos os navios pelo Estreito de Ormuz. O alvo mais provável, segundo especialistas, é a ilha de Kharg, que concentra 90% da produção iraniana de petróleo. Com sinais de que a guerra pode se estender, militares do Pentágono temem pelo estoque de munição para manter os ataques contra o Irã. O secretário de Guerra Pete Hegseth tem repetido que o arsenal americano pode sustentar uma campanha “pelo tempo que for necessário”. Com sinais de que a guerra pode se estender, Pentágono teme pelo estoque de munição para manter ataques contra o Irã Jornal Nacional/ Reprodução Mas os números mostram que não é bem assim. Nos primeiros dias do conflito, os Estados Unidos usaram mais de 850 mísseis Tomahawk. Não há um número oficial, mas especialistas avaliam que, antes da guerra, os Estados Unidos possuíam cerca de 3 mil Tomahawks. Cada um custa US$ 3,5 milhões e leva dois anos para ser produzido. O Pentágono já cogita transferir mísseis que estão em bases navais americanas na Ásia e acelerar a produção. Nesta sexta-feira (27), Trump disse que o Oriente Médio está muito perto de ficar sem a ameaça nuclear do Irã e que as negociações com o governo iraniano estão em andamento. LEIA TAMBÉM Em menos de um mês, quase 300 militares dos EUA ficaram feridos, e mais de mil soldados iranianos morreram na guerra Além do petróleo: os outros produtos de exportação afetados pelo fechamento do estreito de Ormuz pelo Irã Mãe de crianças mortas em escola bombardeada no Irã lembra última conversa: 'Venha nos buscar na escola'

