Astrônomo brasileiro registra chuva de meteoros em Nhandeara ☄️ Um astrônomo amador de Nhandeara, no interior de São Paulo, capturou imagens e vídeos da chuva de meteoros que iluminou o céu em território brasileiro nesta sexta-feira (31). Segundo a Agência Espacial Brasileira (AEB), unidade de pesquisa vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o pico ocorreu durante a madrugada, com um registro de 25 meteoros por hora. Veja os registros no vídeo acima. 📲 Participe do canal do g1 Rio Preto e Araçatuba no WhatsApp Astrônomo de Nhandeara (SP) captura chuva de meteoros no céu em julho de 2026 Renato Poltronieri/Arquivo pessoal Renato Poltronieri, cofundador da Rede Brasileira de Monitoramento de Meteoros (Bramon), explicou que a chuva, popularmente conhecida como “estrelas cadentes”, ocorre todos os anos quando a Terra cruza regiões do espaço repletas de pequenos fragmentos deixados por cometas, e, em alguns casos, por asteroides. “Eu acompanho as chuvas de meteoros há muitos anos, observando o céu e fazendo anotações, antes mesmo do sonho, que era registrar eles [meteoros] em vídeos e fotos, se realizasse”, disse Renato Poltronieri ao g1. O astrônomo amador explica que o registro deste e de outros fenômenos é feito por câmeras instaladas em cima de sua casa e do observatório em Nhandeara. O fenômeno foi observado a olho nu, sem necessidade de telescópios ou binóculos. Astrônomo de Nhandeara (SP) captura chuva de meteoros no céu em julho de 2026 Renato Poltronieri/Arquivo pessoal “As condições não estavam muito boas devido às nuvens, mas os meteoros cortaram o céu e deixaram uma trilha ionizada captada pelas câmeras”, explica. No Hemisfério Sul, a principal chuva registrada ao longo deste período é a Delta Aquáridas do Sul. Também será possível observar meteoros das chuvas Alfa Capricornídeas, conhecida por produzir meteoros mais lentos e, às vezes, com coloração perceptível, e Perseidas, cujas atividades já começam nesta época do ano. ☄️ Meteoros podem atingir até 260 mil km/h Os meteoros entram na atmosfera terrestre em velocidades que variam entre 40 mil km/h e 260 mil km/h (11 a 72 quilômetros por segundo), dependendo da trajetória em relação à Terra. É justamente essa velocidade extrema que faz com que partículas minúsculas, muitas vezes do tamanho de um grão de areia, se aqueçam intensamente ao atravessarem a atmosfera e produzam o rastro luminoso visto da superfície. Quando o brilho de um meteoro supera o do planeta Vênus, esse brilho passa a ser classificado como bólido. Astrônomo de Nhandeara (SP) captura chuva de meteoros no céu em julho de 2026 Renato Poltronieri/Arquivo pessoal Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Rio Preto e Araçatuba VÍDEOS: confira as reportagens da TV TEM
VÍDEO: astrônomo brasileiro captura chuva de meteoros no interior de SP
Escrito em 31/07/2026
Astrônomo brasileiro registra chuva de meteoros em Nhandeara ☄️ Um astrônomo amador de Nhandeara, no interior de São Paulo, capturou imagens e vídeos da chuva de meteoros que iluminou o céu em território brasileiro nesta sexta-feira (31). Segundo a Agência Espacial Brasileira (AEB), unidade de pesquisa vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o pico ocorreu durante a madrugada, com um registro de 25 meteoros por hora. Veja os registros no vídeo acima. 📲 Participe do canal do g1 Rio Preto e Araçatuba no WhatsApp Astrônomo de Nhandeara (SP) captura chuva de meteoros no céu em julho de 2026 Renato Poltronieri/Arquivo pessoal Renato Poltronieri, cofundador da Rede Brasileira de Monitoramento de Meteoros (Bramon), explicou que a chuva, popularmente conhecida como “estrelas cadentes”, ocorre todos os anos quando a Terra cruza regiões do espaço repletas de pequenos fragmentos deixados por cometas, e, em alguns casos, por asteroides. “Eu acompanho as chuvas de meteoros há muitos anos, observando o céu e fazendo anotações, antes mesmo do sonho, que era registrar eles [meteoros] em vídeos e fotos, se realizasse”, disse Renato Poltronieri ao g1. O astrônomo amador explica que o registro deste e de outros fenômenos é feito por câmeras instaladas em cima de sua casa e do observatório em Nhandeara. O fenômeno foi observado a olho nu, sem necessidade de telescópios ou binóculos. Astrônomo de Nhandeara (SP) captura chuva de meteoros no céu em julho de 2026 Renato Poltronieri/Arquivo pessoal “As condições não estavam muito boas devido às nuvens, mas os meteoros cortaram o céu e deixaram uma trilha ionizada captada pelas câmeras”, explica. No Hemisfério Sul, a principal chuva registrada ao longo deste período é a Delta Aquáridas do Sul. Também será possível observar meteoros das chuvas Alfa Capricornídeas, conhecida por produzir meteoros mais lentos e, às vezes, com coloração perceptível, e Perseidas, cujas atividades já começam nesta época do ano. ☄️ Meteoros podem atingir até 260 mil km/h Os meteoros entram na atmosfera terrestre em velocidades que variam entre 40 mil km/h e 260 mil km/h (11 a 72 quilômetros por segundo), dependendo da trajetória em relação à Terra. É justamente essa velocidade extrema que faz com que partículas minúsculas, muitas vezes do tamanho de um grão de areia, se aqueçam intensamente ao atravessarem a atmosfera e produzam o rastro luminoso visto da superfície. Quando o brilho de um meteoro supera o do planeta Vênus, esse brilho passa a ser classificado como bólido. Astrônomo de Nhandeara (SP) captura chuva de meteoros no céu em julho de 2026 Renato Poltronieri/Arquivo pessoal Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Rio Preto e Araçatuba VÍDEOS: confira as reportagens da TV TEM

