O advogado José Luis Oliveira Lima deixou a defesa de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Ao blog, ele confirmou a saída e afirmou que a decisão ocorreu “de comum acordo”. A mudança acontece na mesma semana em que a Polícia Federal (PF) rejeitou a proposta de delação premiada apresentada pelo banqueiro. Apesar de a Procuradoria-Geral da República ter mantido as negociações em andamento, cresce, nos bastidores, a avaliação de que um eventual acordo chancelado pela gestão de Paulo Gonet seria visto como um “vexame” e teria dificuldade para passar pelo crivo do ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF). Daniel Vorcaro, dono do Banco Master Jornal Nacional/ Reprodução José Luís Oliveira Lima, conhecido como Juca, o responsável pela defesa é dono de um currículo com diversos acordos de delação premiada em casos de grande repercussão – caso do empreiteiro Léo Pinheiro, da construtora OAS, na Operação Lava Jato. Juca passou a integrar a defesa de Vorcaro em março. Um dos principais advogados criminalistas do Brasil, ele vê a delação como um meio de defesa e trabalhou justamente para concretizar um acordo para o banqueiro. Agora no g1 Interlocutores que acompanham o caso afirmam que Daniel Vorcaro já não suportaria mais a pressão de permanecer preso. Segundo relatos obtidos pelo blog, após uma fase inicial de blindagem e proteção de aliados, o banqueiro estaria disposto a ampliar o escopo da colaboração premiada. Na quinta-feira (21), a então defesa do empresário pediu a transferência do banqueiro de uma cela na Superintendência da PF no Distrito Federal para o 19º Batalhão da Polícia Militar no Distrito Federal, dentro do Complexo Penitenciário da Papuda. O prédio é conhecido como "Papudinha". Os advogados alegaram que as condições do local em que Vorcaro está sob custódia na PF não estão adequadas.
Advogado de Vorcaro deixa defesa do dono do Master
Escrito em 22/05/2026
O advogado José Luis Oliveira Lima deixou a defesa de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Ao blog, ele confirmou a saída e afirmou que a decisão ocorreu “de comum acordo”. A mudança acontece na mesma semana em que a Polícia Federal (PF) rejeitou a proposta de delação premiada apresentada pelo banqueiro. Apesar de a Procuradoria-Geral da República ter mantido as negociações em andamento, cresce, nos bastidores, a avaliação de que um eventual acordo chancelado pela gestão de Paulo Gonet seria visto como um “vexame” e teria dificuldade para passar pelo crivo do ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF). Daniel Vorcaro, dono do Banco Master Jornal Nacional/ Reprodução José Luís Oliveira Lima, conhecido como Juca, o responsável pela defesa é dono de um currículo com diversos acordos de delação premiada em casos de grande repercussão – caso do empreiteiro Léo Pinheiro, da construtora OAS, na Operação Lava Jato. Juca passou a integrar a defesa de Vorcaro em março. Um dos principais advogados criminalistas do Brasil, ele vê a delação como um meio de defesa e trabalhou justamente para concretizar um acordo para o banqueiro. Agora no g1 Interlocutores que acompanham o caso afirmam que Daniel Vorcaro já não suportaria mais a pressão de permanecer preso. Segundo relatos obtidos pelo blog, após uma fase inicial de blindagem e proteção de aliados, o banqueiro estaria disposto a ampliar o escopo da colaboração premiada. Na quinta-feira (21), a então defesa do empresário pediu a transferência do banqueiro de uma cela na Superintendência da PF no Distrito Federal para o 19º Batalhão da Polícia Militar no Distrito Federal, dentro do Complexo Penitenciário da Papuda. O prédio é conhecido como "Papudinha". Os advogados alegaram que as condições do local em que Vorcaro está sob custódia na PF não estão adequadas.

