Moisés improvisado com cajado achado na rua e folião com ventilador sem energia: vídeo mostra fantasias inusitadas no carnaval do Recife

Escrito em 16/02/2026


Fantasias improvisadas e inusitadas chamam atenção no carnaval do Recife Já imaginou encontrar com um Moisés que, horas antes, não tinha um cajado para chamar de seu? Ou então ver um ventilador que funciona sem energia elétrica acoplado no chapéu de um folião? Tudo isso foi possível no domingo (15) no carnaval do Bairro do Recife, onde fantasias improvisadas e inusitadas chamaram atenção (veja vídeo acima). Uma barba reaproveitada da fantasia de Papai Noel, uma roupa de árabe emprestada pelo pai e um cajado encontrado na rua uma hora antes de cair na folia “transformaram” o arquiteto Luiz Martins, do Recife, no profeta Moisés. ✅ Receba as notícias do g1 PE no WhatsApp “No final do ano eu me fantasiei de Papai Noel pra família. Como já tinha metade das coisas, aproveitei uma roupa que meu pai tinha, tipo árabe, e inventei. O cajado, eu peguei no meio da rua mesmo, agora há pouco. Tinha até uma sandália perto. Completei e vim”, disse Luiz, aos risos. A mistura de referências deixou algumas pessoas confusas e curiosas. “Já me chamaram de Papai Noel, de Noé… mas é Moisés. Já me confundiram com um monte de coisas”, afirmou. Arquiteto Luiz Martins improvisou na fantasia do profeta Moisés para curtir o carnaval do Recife Joalline Nascimento/g1 Quem também "roubou" a cena na festa no Bairro do Recife foi o artesão aposentado Pedro Alexandre, que se fantasiou de uma forma divertida e inusitada, ao acoplar num chapéu um ventilador que gira sem nenhuma tomada por perto. “Sou muito criativo. A ideia foi minha mesmo”, contou, orgulhoso. O que mais chama atenção, além da estrutura presa ao corpo, é o funcionamento do ventilador. Segundo Pedro, muita gente se aproxima tentando descobrir onde está a bateria ou o fio escondido. Ele garante que não tem truque. “É só o vento. Tem uma parte aqui atrás que pega o vento e faz girar. Não tem nada ligado, não. É só pra se divertir”, explicou. A invenção surgiu há alguns anos e acabou virando tradição pessoal. “Já tem três anos que eu brinco com isso. Fiz, o povo gostou na rua, eu também gostei e fui repetindo”, declarou. O artesão Pedro Alexandre acoplou um ventilador que gira sobre a cabeça sem nenhuma tomada por perto Joalline Nascimento/g1 VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias