O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, durante inauguração de CDHU São Bernardo do Campo Roberto Sungi/Governo Estado SP O Plenário do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCESP) emitiu nesta quarta-feira (17) parecer favorável à prestação de contas referentes ao exercício de 2025 do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), mas com ressalvas. O parecer relatado pelo conselheiro Marco Bertaiolli, em sessão transmitida ao vivo, foi acompanhado pela unanimidade do colegiado. Contudo, foram emitidas três ressalvas: impropriedades nas demonstrações contábeis, problemas com o volume de renúncias de receita e na gestão previdenciária dos servidores estaduais. Ele também fez recomendações para o governo. Durante a leitura do parecer, o relator disse que viu fragilidade no ressarcimento de ICMS e denominou de "orçamento paralelo" o volume de renúncias fiscais no governo. Enfatizou também que não foi possível ver a efetividade e real necessidade pública dos benefícios, aponta o parecer, e recomendou que a Secretaria da Fazenda reestruturasse critérios preliminares para conceder as renúncias. "Não houve demonstração da real necessidade pública, atendida por cada incentivo, tampouco se identificaram elementos concretos de retorno econômico ou social, como geração de empregos, estímulos ou investimentos regionais, ou seja, fomento à inovação. A ausência desses elementos compromete a capacidade de verificar a efetividade das políticas tributárias e sua contribuição para o desenvolvimento econômico e social do estado", afirmou Bertaiolli. Conselheiro Marco Aurélio Bertaioll, do TCE, durante parecer em sessão transmitida ao vivo Reprodução/Youtube/TCESP
TCE aprova contas de 2025 de Tarcísio em SP, mas aponta ressalvas
Escrito em 17/06/2026
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, durante inauguração de CDHU São Bernardo do Campo Roberto Sungi/Governo Estado SP O Plenário do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCESP) emitiu nesta quarta-feira (17) parecer favorável à prestação de contas referentes ao exercício de 2025 do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), mas com ressalvas. O parecer relatado pelo conselheiro Marco Bertaiolli, em sessão transmitida ao vivo, foi acompanhado pela unanimidade do colegiado. Contudo, foram emitidas três ressalvas: impropriedades nas demonstrações contábeis, problemas com o volume de renúncias de receita e na gestão previdenciária dos servidores estaduais. Ele também fez recomendações para o governo. Durante a leitura do parecer, o relator disse que viu fragilidade no ressarcimento de ICMS e denominou de "orçamento paralelo" o volume de renúncias fiscais no governo. Enfatizou também que não foi possível ver a efetividade e real necessidade pública dos benefícios, aponta o parecer, e recomendou que a Secretaria da Fazenda reestruturasse critérios preliminares para conceder as renúncias. "Não houve demonstração da real necessidade pública, atendida por cada incentivo, tampouco se identificaram elementos concretos de retorno econômico ou social, como geração de empregos, estímulos ou investimentos regionais, ou seja, fomento à inovação. A ausência desses elementos compromete a capacidade de verificar a efetividade das políticas tributárias e sua contribuição para o desenvolvimento econômico e social do estado", afirmou Bertaiolli. Conselheiro Marco Aurélio Bertaioll, do TCE, durante parecer em sessão transmitida ao vivo Reprodução/Youtube/TCESP

