Rio Tapajós em Santarém, oeste do Pará Arquivo O nível do Rio Tapajós ultrapassou a cota de alerta em Santarém, no oeste do Pará, e chegou a 7,13 metros nesta sexta-feira (22), segundo boletim diário divulgado pela Defesa Civil Municipal. Apesar da elevação contínua registrada ao longo da semana, o órgão avalia que, por conta do período do ano, não há previsão de uma cheia de grandes proporções no município. ✅ Siga o canal g1 Santarém e Região no WhatsApp Os dados da régua de medição da Agência Nacional das Águas, instalada no porto da Companhia Docas do Pará (CDP), mostram que o rio apresentou aumento gradual nos últimos dias. Na segunda-feira (18), o nível estava em 7,06 metros. Na terça-feira (19), subiu para 7,07 metros. Na quarta-feira (20), atingiu 7,08 metros e, na quinta-feira (21), chegou a 7,11 metros. Já nesta sexta, houve nova elevação, alcançando 7,13 metros. Com a marca atual, o Tapajós ultrapassou a cota de alerta estabelecida para o município, que é de 7,10 metros. Apesar disso, o cenário ainda está distante das grandes enchentes registradas nos últimos anos. No comparativo com 2025, o nível atual está 25 centímetros abaixo da marca registrada no mesmo período do ano passado, quando o rio alcançava 7,38 metros. Em relação à cheia de 2022, uma das mais severas dos últimos anos, quando o Tapajós atingiu 8,04 metros, o nível atual está 91 centímetros abaixo. Já no comparativo com a cheia histórica de 2009, considerada uma das maiores já registradas em Santarém, a diferença chega a 99 centímetros. Naquele ano, no mesmo período, o rio estava em 8,12 metros. Ao g1 Santarém e Região, o coordenador da Defesa Civil Municipal, Darlisson Maia, afirmou que o município segue em estado de atenção, mas sem indicativos de uma cheia extrema. “Esse período é de alerta, mas como já estamos na segunda quinzena de maio, não há previsão de grande cheia”, explicou. Mesmo sem expectativa de inundação histórica, a Defesa Civil segue monitorando diariamente o comportamento do rio e acompanhando áreas mais vulneráveis da cidade e das comunidades ribeirinhas.
Rio Tapajós ultrapassa cota de alerta em Santarém, mas Defesa Civil descarta cheia histórica
Escrito em 22/05/2026
Rio Tapajós em Santarém, oeste do Pará Arquivo O nível do Rio Tapajós ultrapassou a cota de alerta em Santarém, no oeste do Pará, e chegou a 7,13 metros nesta sexta-feira (22), segundo boletim diário divulgado pela Defesa Civil Municipal. Apesar da elevação contínua registrada ao longo da semana, o órgão avalia que, por conta do período do ano, não há previsão de uma cheia de grandes proporções no município. ✅ Siga o canal g1 Santarém e Região no WhatsApp Os dados da régua de medição da Agência Nacional das Águas, instalada no porto da Companhia Docas do Pará (CDP), mostram que o rio apresentou aumento gradual nos últimos dias. Na segunda-feira (18), o nível estava em 7,06 metros. Na terça-feira (19), subiu para 7,07 metros. Na quarta-feira (20), atingiu 7,08 metros e, na quinta-feira (21), chegou a 7,11 metros. Já nesta sexta, houve nova elevação, alcançando 7,13 metros. Com a marca atual, o Tapajós ultrapassou a cota de alerta estabelecida para o município, que é de 7,10 metros. Apesar disso, o cenário ainda está distante das grandes enchentes registradas nos últimos anos. No comparativo com 2025, o nível atual está 25 centímetros abaixo da marca registrada no mesmo período do ano passado, quando o rio alcançava 7,38 metros. Em relação à cheia de 2022, uma das mais severas dos últimos anos, quando o Tapajós atingiu 8,04 metros, o nível atual está 91 centímetros abaixo. Já no comparativo com a cheia histórica de 2009, considerada uma das maiores já registradas em Santarém, a diferença chega a 99 centímetros. Naquele ano, no mesmo período, o rio estava em 8,12 metros. Ao g1 Santarém e Região, o coordenador da Defesa Civil Municipal, Darlisson Maia, afirmou que o município segue em estado de atenção, mas sem indicativos de uma cheia extrema. “Esse período é de alerta, mas como já estamos na segunda quinzena de maio, não há previsão de grande cheia”, explicou. Mesmo sem expectativa de inundação histórica, a Defesa Civil segue monitorando diariamente o comportamento do rio e acompanhando áreas mais vulneráveis da cidade e das comunidades ribeirinhas.

