UFRR pediu apoio da PF, PRF e Força Nacional João Gabriel Leitão/g1rr A solicitação ocorre após dois episódios de invasão e depredação interna no Campus Pr A Universidade Federal de Roraima (UFRR) pediu o reforço do policiamento federal e medidas de segurança durante a semana das eleições no campus Paricarana, em Boa Vista. A solicitação ocorre após dois episódios de invasão e depredação interna com envolvimento de políticos. De acordo com ofícios aos quais o g1 teve acesso, a reitoria solicitou o apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Federal (PF) e da Força Nacional, por meio da Casa de Governo de Roraima. A medida busca garantir a segurança da comunidade acadêmica e preservar as atividades de ensino. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp A solicitação foi motivada por dois episódios recentes em que grupos externos entraram em blocos da universidade sob o argumento de realizar "fiscalização político-partidária". De acordo com a reitoria, essas ações interromperam atividades acadêmicas e causaram intimidação a estudantes, professores e servidores. No ofício, a UFRR afirma que os episódios colocam em risco a integridade física da comunidade acadêmica e ferem a autonomia universitária e os princípios que regem o ambiente acadêmico. O pedido é para que os agentes reforcem o policiamento no campus ao longo de toda a semana do segundo turno das Eleições 2026, para evitar novos episódios de violência, invasões e constrangimentos. Primeira invasão Ação aconteceu no bloco de Direito da Universidade Federal de Roraima Arquivo pessoal O primeiro episódio ocorreu nesta sexta-feira (16), quando estudantes do curso de Direito da UFRR denunciaram o deputado estadual Marcinho Belota (PL) e a ex-candidata a deputada federal Athally Albuquerque (Republicanos) por destruírem panfletos informativos no campus. De acordo com a denúncia, os dois entraram na instituição e alegaram que os panfletos com informações sobre o presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) eram "fake news". Antes da ação, eles teriam procurado a Reitoria da UFRR para pedir a retirada do material, mas o pedido foi negado porque a universidade entendeu que a divulgação respeitava a legislação eleitoral. Ainda conforme o registro da denúncia, os dois foram até o bloco do curso e rasgaram os materiais deixados pelos estudantes. O documento também afirma que eles tentaram provocar os alunos presentes para gerar confronto. Segundo caso A segunda invasão ocorreu neste sábado (17), quando um grupo com cerca de cinco pessoas entrou nos blocos de Direito e do Centro de Ciências Humanas (CCH) da UFRR. Eles interromperam as aulas e retiraram cartazes com conteúdos informativos e políticos. Segundo a Polícia Militar (PM), os integrantes alegaram que fiscalizavam propaganda político-partidária na instituição. Ainda de acordo com a PM, o grupo retirou uma bandeira do prédio de Direito e depois seguiu para o CCH, no campus Paricarana, no bairro Aeroporto, onde recolheu materiais fixados nas paredes. Agora no g1 Leia outras notícias do estado no g1 Roraima.
UFRR pede reforço policial de forças federais após invasões do campus em Boa Vista
Escrito em 19/10/2026
UFRR pediu apoio da PF, PRF e Força Nacional João Gabriel Leitão/g1rr A solicitação ocorre após dois episódios de invasão e depredação interna no Campus Pr A Universidade Federal de Roraima (UFRR) pediu o reforço do policiamento federal e medidas de segurança durante a semana das eleições no campus Paricarana, em Boa Vista. A solicitação ocorre após dois episódios de invasão e depredação interna com envolvimento de políticos. De acordo com ofícios aos quais o g1 teve acesso, a reitoria solicitou o apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Federal (PF) e da Força Nacional, por meio da Casa de Governo de Roraima. A medida busca garantir a segurança da comunidade acadêmica e preservar as atividades de ensino. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp A solicitação foi motivada por dois episódios recentes em que grupos externos entraram em blocos da universidade sob o argumento de realizar "fiscalização político-partidária". De acordo com a reitoria, essas ações interromperam atividades acadêmicas e causaram intimidação a estudantes, professores e servidores. No ofício, a UFRR afirma que os episódios colocam em risco a integridade física da comunidade acadêmica e ferem a autonomia universitária e os princípios que regem o ambiente acadêmico. O pedido é para que os agentes reforcem o policiamento no campus ao longo de toda a semana do segundo turno das Eleições 2026, para evitar novos episódios de violência, invasões e constrangimentos. Primeira invasão Ação aconteceu no bloco de Direito da Universidade Federal de Roraima Arquivo pessoal O primeiro episódio ocorreu nesta sexta-feira (16), quando estudantes do curso de Direito da UFRR denunciaram o deputado estadual Marcinho Belota (PL) e a ex-candidata a deputada federal Athally Albuquerque (Republicanos) por destruírem panfletos informativos no campus. De acordo com a denúncia, os dois entraram na instituição e alegaram que os panfletos com informações sobre o presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) eram "fake news". Antes da ação, eles teriam procurado a Reitoria da UFRR para pedir a retirada do material, mas o pedido foi negado porque a universidade entendeu que a divulgação respeitava a legislação eleitoral. Ainda conforme o registro da denúncia, os dois foram até o bloco do curso e rasgaram os materiais deixados pelos estudantes. O documento também afirma que eles tentaram provocar os alunos presentes para gerar confronto. Segundo caso A segunda invasão ocorreu neste sábado (17), quando um grupo com cerca de cinco pessoas entrou nos blocos de Direito e do Centro de Ciências Humanas (CCH) da UFRR. Eles interromperam as aulas e retiraram cartazes com conteúdos informativos e políticos. Segundo a Polícia Militar (PM), os integrantes alegaram que fiscalizavam propaganda político-partidária na instituição. Ainda de acordo com a PM, o grupo retirou uma bandeira do prédio de Direito e depois seguiu para o CCH, no campus Paricarana, no bairro Aeroporto, onde recolheu materiais fixados nas paredes. Agora no g1 Leia outras notícias do estado no g1 Roraima.

