Fármacia do Iepa resgata tradição amazônica de usar medicamentos produzidos no estado O Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (Iepa) reabriu após 4 anos, a farmácia de fitoterápicos em Macapá, após o espaço passar por uma revitalização. O local voltou a atender a população na Avenida Feliciano Coelho, nº 1509, no bairro do Trem, na Zona Sul de Macapá. O atendimento ao público funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 13h. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AP no WhatsApp O espaço une ciência e tradição ao transformar pesquisas sobre plantas da Amazônia em remédios fitoterápicos. O trabalho valida o conhecimento popular construído ao longo de gerações sobre o uso de plantas medicinais, aplicando testes científicos antes de disponibilizar os produtos para a comunidade. O balcão da farmácia é a etapa final de um processo que começa no interior da floresta e passa por anos de estudos em laboratório. A matéria-prima é coletada por profissionais que identificam as espécies corretas e respeitam o ciclo natural de cada planta. Farmácia do Iepa reabre em Macapá com oferta de remédios naturais e mais baratos. Carlos Cardozo/Rede Amazônica Preço popular e eficácia De acordo com a diretora-presidente do IEPA, Irisnea Silva, o grande diferencial do espaço é oferecer medicamentos eficazes e seguros com preços populares. "O nosso diferencial é o preço, que é um preço popular que cabe para todos e valorizando também o nosso bioma local. Nossos produtos são de alta eficácia e qualidade. Recebemos pessoas de longe e até ligações do exterior procurando por eles", afirmou a diretora. Diretora-presidente do IEPA, Irisnea Silva. Carlos Cardozo/Rede Amazônica A presidente do Conselho Regional de Farmácia do Amapá (CRF-AP), Nadia Soares, celebrou o retorno das atividades e ressaltou que a população aguardava a reabertura do serviço há cerca de quatro anos. "A classe farmacêutica fica muito feliz com a retomada desse espaço histórico. Ele resgata o acesso facilitado a medicamentos com base científica e produzidos originariamente com a nossa flora amazônica local", destacou Nadia. Presidente do Conselho Regional de Farmácia do Amapá (CRF-AP), Nadia Soares. Carlos Cardozo/Rede Amazônica O desafio da coleta na floresta Para que os remédios cheguem prontos ao público, o processo exige um trabalho rigoroso na floresta. O coletor de campo Jonas Oliveira Cardoso explicou que a busca pelas plantas certas exige conhecimento e envolve desafios de logística, como carregar o material por quilômetros na mata densa até os veículos ou embarcações. "É bastante difícil porque é preciso ter conhecimento de quais espécies são medicinais para não trazer a planta errada. Às vezes, caminhamos 5 ou 6 quilômetros dentro da floresta. Buscamos espécies como Mururé Pajé, Muirapuama, Sucuúba e Ipê-roxo", relatou Jonas. Coletor de campo Jonas Oliveira Cardoso. Carlos Cardozo/Rede Amazônica O coletor explicou ainda que existem cuidados rigorosos para evitar a contaminação das plantas no transporte, que deve ser feito em sacas apropriadas e longe de combustíveis ou alimentos. "É um motivo de grande alegria saber que o meu trabalho colabora para salvar vidas", concluiu. Farmácia do Iepa oferece produtos naturais e mais baratos. Carlos Cardozo/Rede Amazônica Farmácia do Iepa, em Macapá. Carlos Cardozo/Rede Amazônica VÍDEOS com as notícias do Amapá:
Farmácia do Iepa reabre em Macapá com oferta de remédios naturais e mais baratos
Escrito em 06/07/2026
Fármacia do Iepa resgata tradição amazônica de usar medicamentos produzidos no estado O Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (Iepa) reabriu após 4 anos, a farmácia de fitoterápicos em Macapá, após o espaço passar por uma revitalização. O local voltou a atender a população na Avenida Feliciano Coelho, nº 1509, no bairro do Trem, na Zona Sul de Macapá. O atendimento ao público funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 13h. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AP no WhatsApp O espaço une ciência e tradição ao transformar pesquisas sobre plantas da Amazônia em remédios fitoterápicos. O trabalho valida o conhecimento popular construído ao longo de gerações sobre o uso de plantas medicinais, aplicando testes científicos antes de disponibilizar os produtos para a comunidade. O balcão da farmácia é a etapa final de um processo que começa no interior da floresta e passa por anos de estudos em laboratório. A matéria-prima é coletada por profissionais que identificam as espécies corretas e respeitam o ciclo natural de cada planta. Farmácia do Iepa reabre em Macapá com oferta de remédios naturais e mais baratos. Carlos Cardozo/Rede Amazônica Preço popular e eficácia De acordo com a diretora-presidente do IEPA, Irisnea Silva, o grande diferencial do espaço é oferecer medicamentos eficazes e seguros com preços populares. "O nosso diferencial é o preço, que é um preço popular que cabe para todos e valorizando também o nosso bioma local. Nossos produtos são de alta eficácia e qualidade. Recebemos pessoas de longe e até ligações do exterior procurando por eles", afirmou a diretora. Diretora-presidente do IEPA, Irisnea Silva. Carlos Cardozo/Rede Amazônica A presidente do Conselho Regional de Farmácia do Amapá (CRF-AP), Nadia Soares, celebrou o retorno das atividades e ressaltou que a população aguardava a reabertura do serviço há cerca de quatro anos. "A classe farmacêutica fica muito feliz com a retomada desse espaço histórico. Ele resgata o acesso facilitado a medicamentos com base científica e produzidos originariamente com a nossa flora amazônica local", destacou Nadia. Presidente do Conselho Regional de Farmácia do Amapá (CRF-AP), Nadia Soares. Carlos Cardozo/Rede Amazônica O desafio da coleta na floresta Para que os remédios cheguem prontos ao público, o processo exige um trabalho rigoroso na floresta. O coletor de campo Jonas Oliveira Cardoso explicou que a busca pelas plantas certas exige conhecimento e envolve desafios de logística, como carregar o material por quilômetros na mata densa até os veículos ou embarcações. "É bastante difícil porque é preciso ter conhecimento de quais espécies são medicinais para não trazer a planta errada. Às vezes, caminhamos 5 ou 6 quilômetros dentro da floresta. Buscamos espécies como Mururé Pajé, Muirapuama, Sucuúba e Ipê-roxo", relatou Jonas. Coletor de campo Jonas Oliveira Cardoso. Carlos Cardozo/Rede Amazônica O coletor explicou ainda que existem cuidados rigorosos para evitar a contaminação das plantas no transporte, que deve ser feito em sacas apropriadas e longe de combustíveis ou alimentos. "É um motivo de grande alegria saber que o meu trabalho colabora para salvar vidas", concluiu. Farmácia do Iepa oferece produtos naturais e mais baratos. Carlos Cardozo/Rede Amazônica Farmácia do Iepa, em Macapá. Carlos Cardozo/Rede Amazônica VÍDEOS com as notícias do Amapá:

