Câmera flagra homem preso por matar motorista de aplicativo entrando em carro da vítima O homem de 23 anos preso suspeito de envolvimento na morte da motorista de aplicativo Pâmela Letícia Nolastro Cunha, que tinha 29 anos, agiu sozinho e matou a vítima porque ela reagiu ao roubo do veículo, segundo informações da Polícia Civil que investiga o caso como latrocínio em Bauru (SP). O crime aconteceu no dia 7 de outubro. Novas imagens divulgadas pela Polícia Civil mostram o momento em que o João Vitor de Andrade Lima, atravessa a Avenida Rafael Pereira Martini, no Jardim Redentor, e entra no carro da motorista, após ter solicitado a viagem pelo aplicativo Uber. (Assista acima) 📲 Participe do canal do g1 Bauru e Marília no WhatsApp Inicialmente, ao ser preso no dia seguinte, 8 de outubro, João Vitor afirmou que apenas tinha responsável por fazer a solicitação da viagem no seu perfil no aplicativo para um comparsa, negando ter sido o responsável pelo crime. No entanto, após as imagens em que mostram que ele mesmo solicitou e entrou no veículo, o suspeito acabou confessando o crime e disse que agiu sozinho. Ainda de acordo com a polícia, Pâmela foi morta a facadas por ter reagido ao roubo do veículo. LEIA MAIS Motoristas de app fazem homenagem em enterro de colega encontrada morta após corrida em Piratininga Localização enviada por motorista de app ajudou polícia e família a achar corpo e carro, diz irmã Polícia prende suspeito de envolvimento na morte de motorista de aplicativo em Piratininga Motorista de app morta enviou mensagem com localização perto de onde corpo foi achado. O suspeito disse, em um novo depoimento após ser confrontado com as imagens, que pretendia subtrair o veículo para que este fosse repassado a traficantes, “encomendado” para servir como “moeda de troca” para aquisição e transporte de drogas no Paraguai. Ele manteve a mesma versão que, pelo roubo, receberia cerca de R$ 2 mil. Imagens mostram o suspeito quando solicitou a viagem e entrou no veículo da vítima em Bauru Câmera de segurança/ Reprodução O homem disse ainda que a “escolha” da vítima se deu de forma aleatória após a solicitação no aplicativo, versão que ainda será confirmada pela polícia por meio dos dados já solicitados à plataforma de forma judicial. A polícia também localizou a faca que teria sido utilizada por João Vitor em diligências no local do crime e onde o corpo de Pâmela foi encontrado. O material foi encaminhado para perícia. O suspeito permanece preso na cadeia de Avaí e deve ser encaminhado para o Centro de Detenção Provisória de Bauru (SP). Corpo encontrado Corpo de Pâmela Letícia Nolastro Cunha foi encontrado em área rural de Piratininga (SP) Reprodução/Andressa Lara/TV TEM Pâmela foi encontrada morta no dia 8 de outubro uma estrada de terra nas proximidades do Museu do Café. O corpo dela tinha marcas de golpes de arma branca. A investigação apontou João Vitor, que é morador do Jardim Redentor, em Bauru, deixou o veículo roubado da vítima estacionado no mesmo bairro. O veículo foi periciado e encontrado com grande quantidade de sangue no banco do motorista, além de vestígios no teto. Policiais da 3ª Delegacia de Homicídios da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) localizaram o suspeito na casa da namorada, também no Jardim Redentor. De acordo com o delegado responsável pelo caso, dois celulares da vítima não foram localizados. O homem teve a prisão temporária decretada pela polícia, que segue na investigação para saber se o suspeito foi quem matou Pâmela e encontrar outros possíveis suspeitos no crime. Em nota, a Uber lamentou a morte de Pâmela. Segundo a empresa, eles estão colaborando com as autoridades competentes e ressaltam que todas as viagens na plataforma são cobertas por seguro. Disse ainda que "a conta do homem que pediu a corrida foi temporariamente desativada enquanto ocorrem as investigações do caso", diz o texto. Carro de Pâmela foi encontrado em bairro de Bauru nesta quinta-feira (8) Andressa Lara/TV TEM Desapareceu um dia antes de ser encontrada morta A motorista de aplicativo estava desaparecida desde quarta-feira (7), quando saiu de casa para trabalhar. Segundo a Polícia Civil, o corpo da vítima foi encontrado com marcas de violência. A família de Pâmela registrou um boletim de ocorrência por desaparecimento logo após perder o contato com a jovem. Os parentes estranharam o fato de o telefone celular dela estar desligado e de o veículo ter sumido. Corpo encontrado em área de mata em Piratininga é de motorista de aplicativo desaparecida Mensagens ajudaram na localização do corpo Mensagens enviadas em um grupo do WhatsApp por Pâmela ajudaram a Polícia Civil a achar o corpo e o carro da motorista de aplicativo. Em entrevista à TV TEM, Stefânia Nolastro Cunha, irmã da vítima, relatou que o alerta sobre o paradeiro de Pâmela começou a surgir após o contato com outros motoristas. "De repente começamos a encontrar os amigos dela que também são Uber e começaram as pistas'", explicou Stefânia. Motorista de aplicativo encontrada morta mandou localização de local próximo a onde o corpo foi achado Reprodução Stefânia explicou que a irmã saiu para trabalhar por volta das 6h de quarta-feira e manteve contato com parentes até por volta das 14h. Depois disso, a família perdeu a comunicação com a motorista. Ao perceberem que ela não havia retornado para casa, os parentes foram à delegacia na manhã de quinta-feira para registrar o boletim de ocorrência de desaparecimento, até então sem pistas da localização dela. Polícia investiga corpo encontrado em área rural de Piratininga Andressa Lara/TV TEM Em um print da conversa, Pâmela relatou que estava havia dez minutos com um passageiro na região do Museu do Café e que ele enfrentava dificuldades para pagar a corrida, além de ter pendências. A motorista também enviou a localização exata de onde estava. Na conversa, Pâmela escreveu em sua última mensagem: "vim parar aqui no museu do café em Piratininga. Já faz 10 minutos que tô aqui com o cara. E ele diz que não consegue entrar no banco. Estou aqui com o carro aguardando". Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Bauru e Marília VÍDEOS: assista às reportagens da região
Passageiro preso por matar motorista de aplicativo agiu sozinho e esfaqueou vítima por ter reagido a assalto, diz polícia
Escrito em 15/10/2026
Câmera flagra homem preso por matar motorista de aplicativo entrando em carro da vítima O homem de 23 anos preso suspeito de envolvimento na morte da motorista de aplicativo Pâmela Letícia Nolastro Cunha, que tinha 29 anos, agiu sozinho e matou a vítima porque ela reagiu ao roubo do veículo, segundo informações da Polícia Civil que investiga o caso como latrocínio em Bauru (SP). O crime aconteceu no dia 7 de outubro. Novas imagens divulgadas pela Polícia Civil mostram o momento em que o João Vitor de Andrade Lima, atravessa a Avenida Rafael Pereira Martini, no Jardim Redentor, e entra no carro da motorista, após ter solicitado a viagem pelo aplicativo Uber. (Assista acima) 📲 Participe do canal do g1 Bauru e Marília no WhatsApp Inicialmente, ao ser preso no dia seguinte, 8 de outubro, João Vitor afirmou que apenas tinha responsável por fazer a solicitação da viagem no seu perfil no aplicativo para um comparsa, negando ter sido o responsável pelo crime. No entanto, após as imagens em que mostram que ele mesmo solicitou e entrou no veículo, o suspeito acabou confessando o crime e disse que agiu sozinho. Ainda de acordo com a polícia, Pâmela foi morta a facadas por ter reagido ao roubo do veículo. LEIA MAIS Motoristas de app fazem homenagem em enterro de colega encontrada morta após corrida em Piratininga Localização enviada por motorista de app ajudou polícia e família a achar corpo e carro, diz irmã Polícia prende suspeito de envolvimento na morte de motorista de aplicativo em Piratininga Motorista de app morta enviou mensagem com localização perto de onde corpo foi achado. O suspeito disse, em um novo depoimento após ser confrontado com as imagens, que pretendia subtrair o veículo para que este fosse repassado a traficantes, “encomendado” para servir como “moeda de troca” para aquisição e transporte de drogas no Paraguai. Ele manteve a mesma versão que, pelo roubo, receberia cerca de R$ 2 mil. Imagens mostram o suspeito quando solicitou a viagem e entrou no veículo da vítima em Bauru Câmera de segurança/ Reprodução O homem disse ainda que a “escolha” da vítima se deu de forma aleatória após a solicitação no aplicativo, versão que ainda será confirmada pela polícia por meio dos dados já solicitados à plataforma de forma judicial. A polícia também localizou a faca que teria sido utilizada por João Vitor em diligências no local do crime e onde o corpo de Pâmela foi encontrado. O material foi encaminhado para perícia. O suspeito permanece preso na cadeia de Avaí e deve ser encaminhado para o Centro de Detenção Provisória de Bauru (SP). Corpo encontrado Corpo de Pâmela Letícia Nolastro Cunha foi encontrado em área rural de Piratininga (SP) Reprodução/Andressa Lara/TV TEM Pâmela foi encontrada morta no dia 8 de outubro uma estrada de terra nas proximidades do Museu do Café. O corpo dela tinha marcas de golpes de arma branca. A investigação apontou João Vitor, que é morador do Jardim Redentor, em Bauru, deixou o veículo roubado da vítima estacionado no mesmo bairro. O veículo foi periciado e encontrado com grande quantidade de sangue no banco do motorista, além de vestígios no teto. Policiais da 3ª Delegacia de Homicídios da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) localizaram o suspeito na casa da namorada, também no Jardim Redentor. De acordo com o delegado responsável pelo caso, dois celulares da vítima não foram localizados. O homem teve a prisão temporária decretada pela polícia, que segue na investigação para saber se o suspeito foi quem matou Pâmela e encontrar outros possíveis suspeitos no crime. Em nota, a Uber lamentou a morte de Pâmela. Segundo a empresa, eles estão colaborando com as autoridades competentes e ressaltam que todas as viagens na plataforma são cobertas por seguro. Disse ainda que "a conta do homem que pediu a corrida foi temporariamente desativada enquanto ocorrem as investigações do caso", diz o texto. Carro de Pâmela foi encontrado em bairro de Bauru nesta quinta-feira (8) Andressa Lara/TV TEM Desapareceu um dia antes de ser encontrada morta A motorista de aplicativo estava desaparecida desde quarta-feira (7), quando saiu de casa para trabalhar. Segundo a Polícia Civil, o corpo da vítima foi encontrado com marcas de violência. A família de Pâmela registrou um boletim de ocorrência por desaparecimento logo após perder o contato com a jovem. Os parentes estranharam o fato de o telefone celular dela estar desligado e de o veículo ter sumido. Corpo encontrado em área de mata em Piratininga é de motorista de aplicativo desaparecida Mensagens ajudaram na localização do corpo Mensagens enviadas em um grupo do WhatsApp por Pâmela ajudaram a Polícia Civil a achar o corpo e o carro da motorista de aplicativo. Em entrevista à TV TEM, Stefânia Nolastro Cunha, irmã da vítima, relatou que o alerta sobre o paradeiro de Pâmela começou a surgir após o contato com outros motoristas. "De repente começamos a encontrar os amigos dela que também são Uber e começaram as pistas'", explicou Stefânia. Motorista de aplicativo encontrada morta mandou localização de local próximo a onde o corpo foi achado Reprodução Stefânia explicou que a irmã saiu para trabalhar por volta das 6h de quarta-feira e manteve contato com parentes até por volta das 14h. Depois disso, a família perdeu a comunicação com a motorista. Ao perceberem que ela não havia retornado para casa, os parentes foram à delegacia na manhã de quinta-feira para registrar o boletim de ocorrência de desaparecimento, até então sem pistas da localização dela. Polícia investiga corpo encontrado em área rural de Piratininga Andressa Lara/TV TEM Em um print da conversa, Pâmela relatou que estava havia dez minutos com um passageiro na região do Museu do Café e que ele enfrentava dificuldades para pagar a corrida, além de ter pendências. A motorista também enviou a localização exata de onde estava. Na conversa, Pâmela escreveu em sua última mensagem: "vim parar aqui no museu do café em Piratininga. Já faz 10 minutos que tô aqui com o cara. E ele diz que não consegue entrar no banco. Estou aqui com o carro aguardando". Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Bauru e Marília VÍDEOS: assista às reportagens da região

