Flávio Bolsonaro com Guilherme Derrite (à esq) e Nikolas Ferreira (à dir.) em live no dia 15 de outubro Reprodução Candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro comentou durante uma live os resultados de pesquisa Datafolha divulgada na noite desta quinta-feira (15), que mostra que ele tem 47% contra 45% do presidente Lula. Eles estão tecnicamente empatados. Flávio comemorou os números e criticou o instituto que, segundo ele, errou "mais de 5 pontos, 7 pontos o nosso número no 1º turno". Em 4 de outubro, ele terminou à frente de Lula, com 47,03% dos votos válidos, enquanto o atual presidente teve 45,16%, uma distância de 1,87 ponto percentual — a menor diferença em um 1º turno presidencial da história do Brasil. "Gente, se a gente está na frente do Datafolha, você já sabe", disse. " Se está a gente na frente do Datafolha, pode ter certeza que é muito mais na frente". O senador criticou medidas defendidas pelo governo Lula nos últimos dias, sem especificar a quais ações se referia. Nesta semana, o Senado aprovou a PEC que prevê o fim da escala 6x1, uma das bandeiras de Lula. O governo também anunciou medidas voltadas à renegociação de dívidas e à ampliação dos limites para microempreendedores individuais (MEIs). Além disso, a PEC da Segurança Pública chegou a ser pautada no Senado. Visita a Jair Bolsonaro Flávio Bolsonaro comentou sobre a visita que fez ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, preso em regime domiciliar em Brasília, na terça-feira (13). Condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tramar um golpe de Estado, Jair Bolsonaro cumpre a pena na sua casa, no Jardim Botânico, em Brasília. A autorização do encontro foi do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. "Anteontem e hoje estive com esse cara aqui [mostra agenda com foto de Jair Bolsonaro], não sei se vocês conhecem. É o nosso eterno presidente Bolsonaro, que está ali resiliente, firme e forte", afirmou o senador. "Está muito feliz com o que vocês fizeram nas urnas, em todo o Brasil, no dia 4 de outubro passado e está ansioso para o resultado do dia 25 de outubro". A visita foi autorizada depois de Flávio passar três meses impedido de ver o pai. A proibição de visitas havia sido aplicada após Flávio usar uma visita para pegar uma carta do ex-presidente e divulgá-la nas redes sociais, descumprindo medidas cautelares impostas contra Jair. A carta divulgada por Flávio, em julho, continha uma manifestação do ex-presidente em apoio à candidatura do filho. Convocação dos apoiadores Durante a live, Flávio e Nikolas convocaram os apoiadores a tentarem puxar votos de eleitores que não foram às urnas no dia 4 de outubro, no 1º turno. O senador disse para cada pessoa "arrumar mais um votinho" para ele na eleição que, segundo ele, seu apoiador e o Brasil vão "decretar o fim da era Lula, que tanto mal fez ao nosso país". "Então, gente, vamos lá dar um gás. Eu faço um pedido aqui para cada um de vocês, fica de missão: você conhece alguém que não foi votar no 1º turno? Você conhece alguém que você pode pedir o voto em Flávio Bolsonaro 22 para presidente, sem ser nesse domingo, no outro domingo?", disse. "É, gente. Está chegando. Faltam 10 dias só para a gente definir como é que vai ser o futuro das nossas famílias pelos próximos 20, 30, 40 anos". [Esta matéria está em atualização]
Tecnicamente empatado com Lula, Flávio Bolsonaro comemora Datafolha: 'Pode ter certeza que é muito mais na frente'
Escrito em 16/10/2026
Flávio Bolsonaro com Guilherme Derrite (à esq) e Nikolas Ferreira (à dir.) em live no dia 15 de outubro Reprodução Candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro comentou durante uma live os resultados de pesquisa Datafolha divulgada na noite desta quinta-feira (15), que mostra que ele tem 47% contra 45% do presidente Lula. Eles estão tecnicamente empatados. Flávio comemorou os números e criticou o instituto que, segundo ele, errou "mais de 5 pontos, 7 pontos o nosso número no 1º turno". Em 4 de outubro, ele terminou à frente de Lula, com 47,03% dos votos válidos, enquanto o atual presidente teve 45,16%, uma distância de 1,87 ponto percentual — a menor diferença em um 1º turno presidencial da história do Brasil. "Gente, se a gente está na frente do Datafolha, você já sabe", disse. " Se está a gente na frente do Datafolha, pode ter certeza que é muito mais na frente". O senador criticou medidas defendidas pelo governo Lula nos últimos dias, sem especificar a quais ações se referia. Nesta semana, o Senado aprovou a PEC que prevê o fim da escala 6x1, uma das bandeiras de Lula. O governo também anunciou medidas voltadas à renegociação de dívidas e à ampliação dos limites para microempreendedores individuais (MEIs). Além disso, a PEC da Segurança Pública chegou a ser pautada no Senado. Visita a Jair Bolsonaro Flávio Bolsonaro comentou sobre a visita que fez ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, preso em regime domiciliar em Brasília, na terça-feira (13). Condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tramar um golpe de Estado, Jair Bolsonaro cumpre a pena na sua casa, no Jardim Botânico, em Brasília. A autorização do encontro foi do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. "Anteontem e hoje estive com esse cara aqui [mostra agenda com foto de Jair Bolsonaro], não sei se vocês conhecem. É o nosso eterno presidente Bolsonaro, que está ali resiliente, firme e forte", afirmou o senador. "Está muito feliz com o que vocês fizeram nas urnas, em todo o Brasil, no dia 4 de outubro passado e está ansioso para o resultado do dia 25 de outubro". A visita foi autorizada depois de Flávio passar três meses impedido de ver o pai. A proibição de visitas havia sido aplicada após Flávio usar uma visita para pegar uma carta do ex-presidente e divulgá-la nas redes sociais, descumprindo medidas cautelares impostas contra Jair. A carta divulgada por Flávio, em julho, continha uma manifestação do ex-presidente em apoio à candidatura do filho. Convocação dos apoiadores Durante a live, Flávio e Nikolas convocaram os apoiadores a tentarem puxar votos de eleitores que não foram às urnas no dia 4 de outubro, no 1º turno. O senador disse para cada pessoa "arrumar mais um votinho" para ele na eleição que, segundo ele, seu apoiador e o Brasil vão "decretar o fim da era Lula, que tanto mal fez ao nosso país". "Então, gente, vamos lá dar um gás. Eu faço um pedido aqui para cada um de vocês, fica de missão: você conhece alguém que não foi votar no 1º turno? Você conhece alguém que você pode pedir o voto em Flávio Bolsonaro 22 para presidente, sem ser nesse domingo, no outro domingo?", disse. "É, gente. Está chegando. Faltam 10 dias só para a gente definir como é que vai ser o futuro das nossas famílias pelos próximos 20, 30, 40 anos". [Esta matéria está em atualização]

