Miriam: celulares de Daniel Vorcaro tinham ameaças a adversários, inclusive jornalistas Mensagens encontradas nos celulares de Daniel Vorcaro continham ameaças a pessoas que ele considerava adversárias, incluindo jornalistas, segundo Miriam Leitão. Na manhã desta quarta-feira (4), a jornalista comentou no Bom Dia Brasil que os conteúdos teriam motivado o novo pedido de prisão contra o ex-banqueiro. "Essa notícia foi dada mais cedo por Lauro Jardim no jornal "O Globo", mas eu confirmei com as minhas fontes. Entre ações violentas estavam, por exemplo, simulação de sequestro, bater em pessoas, inclusive jornalistas", diz a jornalista. De acordo com Miriam, as conversas analisadas pela polícia apontam para ameaças físicas. Vorcaro falava com uma pessoa a quem chamava de “Sicário”, uma espécie de capanga com quem discutia possíveis ações violentas contra alvos específicos. Entre as situações mencionadas estariam simulação de sequestro e agressões físicas, inclusive contra jornalistas. As ameaças, segundo Miriam, foram determinantes para a prisão realizada nesta quarta. Miriam: celulares de Daniel Vorcaro tinham ameaças a adversários, inclusive jornalistas Reprodução/TV Globo Funcionários do Banco Central Miriam acrescentou que dois servidores do Banco Central do Brasil e investigados no caso — Paulo Souza, ex-diretor de supervisão bancária, e Belino Santana — estão afastados desde janeiro. Segundo a jornalista, os dois trabalham há 28 anos na instituição e eram considerados funcionários respeitados. Assim que surgiram suspeitas, o Banco Central os retirou dos cargos e comunicou os indícios à Polícia Federal. Desde então, eles não têm acesso aos sistemas internos. Os servidores são tratados como suspeitos e seguem sob investigação. A apuração sobre Vorcaro envolve diferentes inquéritos e já indicava a possibilidade de novas medidas judiciais. A existência de ameaças físicas contra supostos adversários, no entanto, surpreendeu, segundo Miriam, e elevou a tensão nos bastidores em Brasília.
Miriam Leitão: Celulares de Daniel Vorcaro tinham ameaças a supostos adversários, inclusive jornalistas
Escrito em 04/03/2026
Miriam: celulares de Daniel Vorcaro tinham ameaças a adversários, inclusive jornalistas Mensagens encontradas nos celulares de Daniel Vorcaro continham ameaças a pessoas que ele considerava adversárias, incluindo jornalistas, segundo Miriam Leitão. Na manhã desta quarta-feira (4), a jornalista comentou no Bom Dia Brasil que os conteúdos teriam motivado o novo pedido de prisão contra o ex-banqueiro. "Essa notícia foi dada mais cedo por Lauro Jardim no jornal "O Globo", mas eu confirmei com as minhas fontes. Entre ações violentas estavam, por exemplo, simulação de sequestro, bater em pessoas, inclusive jornalistas", diz a jornalista. De acordo com Miriam, as conversas analisadas pela polícia apontam para ameaças físicas. Vorcaro falava com uma pessoa a quem chamava de “Sicário”, uma espécie de capanga com quem discutia possíveis ações violentas contra alvos específicos. Entre as situações mencionadas estariam simulação de sequestro e agressões físicas, inclusive contra jornalistas. As ameaças, segundo Miriam, foram determinantes para a prisão realizada nesta quarta. Miriam: celulares de Daniel Vorcaro tinham ameaças a adversários, inclusive jornalistas Reprodução/TV Globo Funcionários do Banco Central Miriam acrescentou que dois servidores do Banco Central do Brasil e investigados no caso — Paulo Souza, ex-diretor de supervisão bancária, e Belino Santana — estão afastados desde janeiro. Segundo a jornalista, os dois trabalham há 28 anos na instituição e eram considerados funcionários respeitados. Assim que surgiram suspeitas, o Banco Central os retirou dos cargos e comunicou os indícios à Polícia Federal. Desde então, eles não têm acesso aos sistemas internos. Os servidores são tratados como suspeitos e seguem sob investigação. A apuração sobre Vorcaro envolve diferentes inquéritos e já indicava a possibilidade de novas medidas judiciais. A existência de ameaças físicas contra supostos adversários, no entanto, surpreendeu, segundo Miriam, e elevou a tensão nos bastidores em Brasília.