Líderes mundiais pedem fim do conflito entre EStados Unidos e Irã Na ONU, na Europa e na Ásia, líderes mundiais demonstraram grande preocupação com a possibilidade de ampliação do conflito. A escalada não era dada como inevitável. Mas ela veio e provocou reação imediata da comunidade internacional. O secretário-geral da ONU condenou o uso da força por Estados Unidos e Israel, e também a retaliação pelo Irã. Antonio Guterres pediu a cessação imediata das hostilidades. A União Europeia anunciou conversas extraordinárias com os parceiros árabes no Oriente Médio. Num comunicado conjunto, França, Alemanha e Reino Unido disseram que pediram repetidamente que o Irã encerrasse o programa nuclear e de mísseis, e não mais agisse para desestabilizar a região. Os três condenaram os ataques iranianos aos países vizinhos e pediram a volta das negociações. Separadamente, o presidente da França afirmou que a escalada é perigosa para todos e precisa parar. O Reino Unido confirmou que aeronaves britânicas participam de operações defensivas na região. O primeiro-ministro da Espanha criticou a ação militar e disse que ela contribui para uma ordem internacional mais instável. Em Moscou, Vladimir Putin convocou o Conselho de Segurança russo para analisar o conflito. O vice-presidente do órgão, Dmitry Medvedev, afirmou que as negociações americanas com o Irã eram apenas uma fachada. A Ucrânia adotou tom diferente. O presidente Volodymyr Zelensky defendeu a firmeza dos Estados Unidos e voltou a acusar Teerã de fornecer drones à Rússia na guerra contra os ucranianos. Líderes mundiais reagem aos ataques dos EUA e Israel ao Irã Reprodução/Jornal Nacional A China expressou profunda preocupação e defendeu respeito à soberania do Irã. A Turquia se diz pronta a atuar como mediadora. O Canadá declarou apoio aos Estados Unidos. A ação militar faz aumentar a preocupação internacional. Entre a diplomacia sob pressão e o endurecimento dos discursos, o mundo agora tenta evitar que essa guerra se torne maior do que a região.
Conflito entre EUA, Israel e Irã: líderes mundiais demonstram preocupação com a possibilidade de escalada
Escrito em 01/03/2026
Líderes mundiais pedem fim do conflito entre EStados Unidos e Irã Na ONU, na Europa e na Ásia, líderes mundiais demonstraram grande preocupação com a possibilidade de ampliação do conflito. A escalada não era dada como inevitável. Mas ela veio e provocou reação imediata da comunidade internacional. O secretário-geral da ONU condenou o uso da força por Estados Unidos e Israel, e também a retaliação pelo Irã. Antonio Guterres pediu a cessação imediata das hostilidades. A União Europeia anunciou conversas extraordinárias com os parceiros árabes no Oriente Médio. Num comunicado conjunto, França, Alemanha e Reino Unido disseram que pediram repetidamente que o Irã encerrasse o programa nuclear e de mísseis, e não mais agisse para desestabilizar a região. Os três condenaram os ataques iranianos aos países vizinhos e pediram a volta das negociações. Separadamente, o presidente da França afirmou que a escalada é perigosa para todos e precisa parar. O Reino Unido confirmou que aeronaves britânicas participam de operações defensivas na região. O primeiro-ministro da Espanha criticou a ação militar e disse que ela contribui para uma ordem internacional mais instável. Em Moscou, Vladimir Putin convocou o Conselho de Segurança russo para analisar o conflito. O vice-presidente do órgão, Dmitry Medvedev, afirmou que as negociações americanas com o Irã eram apenas uma fachada. A Ucrânia adotou tom diferente. O presidente Volodymyr Zelensky defendeu a firmeza dos Estados Unidos e voltou a acusar Teerã de fornecer drones à Rússia na guerra contra os ucranianos. Líderes mundiais reagem aos ataques dos EUA e Israel ao Irã Reprodução/Jornal Nacional A China expressou profunda preocupação e defendeu respeito à soberania do Irã. A Turquia se diz pronta a atuar como mediadora. O Canadá declarou apoio aos Estados Unidos. A ação militar faz aumentar a preocupação internacional. Entre a diplomacia sob pressão e o endurecimento dos discursos, o mundo agora tenta evitar que essa guerra se torne maior do que a região.