Preço da cesta básica em Petrolina sobe 4,66% em setembro e passa a custar R$ 616,70

Escrito em 14/10/2026


Cesta básica fica 8,12% mais barata em Manaus no segundo semestre de 2025. Divulgação/Conab O custo da cesta básica em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, ficou 4,66% mais caro em setembro de 2026, em comparação ao mês anterior. Com o aumento, os consumidores da cidade passaram a pagar R$ 616,70 pelos produtos essenciais. 📱:Baixe o app do g1 para ver notícias de Petrolina e Região em tempo real e de graça Os dados fazem parte de uma pesquisa sobre o custo da cesta básica realizada pelo Colegiado de Economia da Faculdade de Petrolina (Facape). Em Petrolina, a variação acumulada nos últimos 12 meses é de 5,36%. A alta no custo da cesta em setembro foi puxada principalmente pelo tomate, cujo preço subiu 31,6% em Petrolina. Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), a maturação mais lenta do produto, devido às baixas temperaturas, reduziu a oferta e fez aumentar os preços ao consumidor. O leite também ficou mais caro na cidade, com alta de 2,5%. O arroz registrou aumento de 1,7%, enquanto o óleo de soja subiu 3%. O feijão apresentou alta de 2,1%. Segundo o DIEESE, o aumento do preço do arroz foi influenciado pela alta da demanda externa e pela expectativa de compras públicas, fatores que reduziram a disponibilidade do produto. Já o óleo de soja ficou mais caro devido ao crescimento da demanda pelo óleo bruto para a produção de biocombustível no próximo ano. Em sentido contrário, o café em pó registrou queda de 1% em Petrolina. A maior oferta do produto e a perspectiva de uma boa safra contribuíram para a redução dos preços no varejo. Para um trabalhador que recebeu o salário mínimo de R$ 1.621,00 em setembro, a compra da cesta básica comprometeu, em média, 36,58% da renda, restando R$ 1.027,97 para as demais despesas familiares, como moradia, transporte, vestuário, saúde, higiene e serviços pessoais. A pesquisa também destaca que existem diferenças entre os preços coletados. Por isso, os consumidores precisam ficar atentos e pesquisar para economizar. Agora no g1 Vídeos: mais assistidos do Sertão de PE