Despedida de militar morto com disparo acidental é marcada por emoção em São Cristóvão A despedida de José Renaldo Santana de Souza Filho, morto com um disparo acidental de arma de fogo, foi marcada por emoção, nesta terça-feira (21), na Igreja Nosso Senhor dos Passos, na sede do município de São Cristóvão. O momento foi marcado pela participação de ex-colegas da vítima que integram o Exército. Eles cantaram o hino brasileiro dentro do templo religioso. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 SE no WhatsApp De acordo com o 28º Batalhão de Caçadores (28º BC), o militar, que era recém-incorporado e servia na 2ª Companhia de Fuzileiros, estava em um momento de lazer com familiares e amigos no momento do ocorrido. José Renaldo Santana de Souza Filho. Arquivo Pessoal “O mais triste foi porque eu não pude fazer nada. A minha irmã me ligou, que ela estava com ele. O contato de emergência fui eu. Eu consegui acionar meus pais para eles verificarem, mas infelizmente já não tinha jeito”, disse a irmã Mirelly Chagas, que explicou que o jovem estava em um local de difícil acesso, o que dificultou ainda mais o socorro. As informações iniciais indicam que o disparo, de uma espingarda, foi acidental e atingiu a região da cabeça do jovem. O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) informou que vai vai investigar o caso.
Despedida de militar morto com disparo acidental é marcada por emoção em São Cristóvão
Escrito em 21/04/2026
Despedida de militar morto com disparo acidental é marcada por emoção em São Cristóvão A despedida de José Renaldo Santana de Souza Filho, morto com um disparo acidental de arma de fogo, foi marcada por emoção, nesta terça-feira (21), na Igreja Nosso Senhor dos Passos, na sede do município de São Cristóvão. O momento foi marcado pela participação de ex-colegas da vítima que integram o Exército. Eles cantaram o hino brasileiro dentro do templo religioso. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 SE no WhatsApp De acordo com o 28º Batalhão de Caçadores (28º BC), o militar, que era recém-incorporado e servia na 2ª Companhia de Fuzileiros, estava em um momento de lazer com familiares e amigos no momento do ocorrido. José Renaldo Santana de Souza Filho. Arquivo Pessoal “O mais triste foi porque eu não pude fazer nada. A minha irmã me ligou, que ela estava com ele. O contato de emergência fui eu. Eu consegui acionar meus pais para eles verificarem, mas infelizmente já não tinha jeito”, disse a irmã Mirelly Chagas, que explicou que o jovem estava em um local de difícil acesso, o que dificultou ainda mais o socorro. As informações iniciais indicam que o disparo, de uma espingarda, foi acidental e atingiu a região da cabeça do jovem. O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) informou que vai vai investigar o caso.