Vereador de cidade no interior da Paraíba é condenado por violência doméstica contra ex-mulher Câmara Municipal de Picuí O vereador Diogo Marques de Oliveira (PT), da cidade de Picuí, localizada no Curimataú da Paraíba, foi condenado por violência doméstica contra a ex-mulher, em decisão do 1º Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Campina Grande, nesta segunda-feira (1º). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp De acordo com a sentença, a qual o g1 teve acesso, o vereador foi condenado a uma pena de 3 meses e 15 dias de detenção. No entanto, de acordo com a decisão da magistrada Rosimere Ventura Leite, ele foi beneficiado com a suspensão condicional da pena pelo prazo de 2 anos. O g1 não conseguiu localizar a defesa do vereador até a última atualização desta reportagem. Mas nos autos do processo, a defesa alegou a insuficiência de provas para respaldar a condenação e ausência de dolo, além da configuração de "dúvida razoável" sobre a dinâmica dos fatos. LEIA TAMBÉM: Vereador de Itabaiana, na PB, é preso após suspeita de perseguir ex-namorada Essa pena foi foi condicionada ao cumprimento de prestação de serviços à comunidade e outras obrigações fixadas judicialmente. Ele também terá que pagar uma indenização mínima, de R$ 2 mil, por danos morais em favor da vítima. Segundo consta a denúncia, o crime aconteceu em 16 de outubro de 2021, quando Diogo teria agredido sua então companheira durante uma discussão em um apartamento no bairro do Catolé, em Campina Grande. Em depoimento, a vítima afirmou que foi segurada pelos braços e empurrada contra um sofá repetidas vezes, arrastada até a cozinha, a cabeça lançada contra uma parede, chegando a perder a consciência e sofrer ferimentos na cabeça. Também foi relatado que a mulher desenvolveu sequelas neurológicas após o ocorrida, incluindo epilepsia pós-traumática. A magistrada entendeu que houve materialidade nas provas apresentadas, com testemunhas, prontuários médicos e exames que registraram traumatismo craniano, hematoma subdural e outras lesões. Agora no g1 Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba
Vereador de cidade no interior da Paraíba é condenado por violência doméstica contra ex-mulher
Escrito em 01/06/2026
Vereador de cidade no interior da Paraíba é condenado por violência doméstica contra ex-mulher Câmara Municipal de Picuí O vereador Diogo Marques de Oliveira (PT), da cidade de Picuí, localizada no Curimataú da Paraíba, foi condenado por violência doméstica contra a ex-mulher, em decisão do 1º Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Campina Grande, nesta segunda-feira (1º). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp De acordo com a sentença, a qual o g1 teve acesso, o vereador foi condenado a uma pena de 3 meses e 15 dias de detenção. No entanto, de acordo com a decisão da magistrada Rosimere Ventura Leite, ele foi beneficiado com a suspensão condicional da pena pelo prazo de 2 anos. O g1 não conseguiu localizar a defesa do vereador até a última atualização desta reportagem. Mas nos autos do processo, a defesa alegou a insuficiência de provas para respaldar a condenação e ausência de dolo, além da configuração de "dúvida razoável" sobre a dinâmica dos fatos. LEIA TAMBÉM: Vereador de Itabaiana, na PB, é preso após suspeita de perseguir ex-namorada Essa pena foi foi condicionada ao cumprimento de prestação de serviços à comunidade e outras obrigações fixadas judicialmente. Ele também terá que pagar uma indenização mínima, de R$ 2 mil, por danos morais em favor da vítima. Segundo consta a denúncia, o crime aconteceu em 16 de outubro de 2021, quando Diogo teria agredido sua então companheira durante uma discussão em um apartamento no bairro do Catolé, em Campina Grande. Em depoimento, a vítima afirmou que foi segurada pelos braços e empurrada contra um sofá repetidas vezes, arrastada até a cozinha, a cabeça lançada contra uma parede, chegando a perder a consciência e sofrer ferimentos na cabeça. Também foi relatado que a mulher desenvolveu sequelas neurológicas após o ocorrida, incluindo epilepsia pós-traumática. A magistrada entendeu que houve materialidade nas provas apresentadas, com testemunhas, prontuários médicos e exames que registraram traumatismo craniano, hematoma subdural e outras lesões. Agora no g1 Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba