Após morte de mediador, condutor que fugiu do local de acidente deve responder por homicídio no AC

Escrito em 24/02/2026


Elimar Silva morreu após ficar mais de 1 mês internado por conta de um acidente de trânsito em Rio Branco Reprodução Após a morte do mediador Elimar Nascimento Silva, de 52 anos, vítima de um acidente de trânsito no dia 8 de janeiro, em Rio Branco, a Polícia Civil confirmou ao g1 nesta terça-feira (24) que o motorista envolvido na batida vai responder por homicídio de trânsito, com agravante pela fuga e omissão de socorro à vítima. O delegado responsável pelas investigações, Leonardo Neves, explicou que o caso era tratado como lesão corporal grave no trânsito. Contudo, com o óbito do mediador, a tipificação do crime mudou. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp A identificação do motorista não foi divulgada. Por isso, o g1 não conseguiu contato com a defesa dele. Ainda conforme o delegado, o motorista ainda não foi ouvido no inquérito. "Estou aguardando a chegada do laudo pericial", resumiu Neves. Mediador fica em estado grave e outro condutor foge a pé em acidente no AC LEIA MAIS: Motociclista de 50 anos morre ao bater em caminhão boiadeiro no Acre; morte é a 3ª no trânsito em 2026 Motociclista internado em estado grave após cair de moto no AC estava sem capacete, diz família 'Era a alegria da família', diz irmã de motociclista morto após colisão com caminhão boiadeiro no Acre Elimar morreu na última segunda (23) depois de mais de um mês internado no Pronto-Socorro de Rio Branco desde 8 de janeiro. Ele sofreu traumatismo craniano e, após a hospitalização, foi diagnosticado com pneumonia adquirida no hospital. A batida ocorreu na Avenida Antônio da Rocha Viana, no bairro Vila Nova, em Rio Branco. A motocicleta dele foi atingida por outra moto que fazia uma conversão proibida. O motorista fugiu sem prestar socorro ao mediador. No dia 16 de janeiro, o advogado do condutor esteve na Delegacia da 3ª Regional de Polícia Civil para colocá-lo à disposição da polícia. Na época, o delegado Leonardo Neves disse que o advogado colocou o cliente à disposição e o caso era tratato como lesão corporal de trânsito. Elimar trabalhava como mediador para pessoas com deficiência visual na Escola Municipal Mário Lobão, no bairro Alto Alegre. A família mora no bairro Montanhês. Ele voltava de uma caminhada no Horto Florestal. Reveja os telejornais do Acre