PF deflagra operação contra fraudes no Pará. PF-PA A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quinta-feira (30), a operação 'Empregado Virtual' para desarticular um esquema de fraudes em seguro-desemprego no sul do Pará. Segundo as investigações, o prejuízo aos cofres públicos poderia ultrapassar R$ 5 milhões caso todos os pedidos irregulares fossem efetivados. Até o momento, a PF identificou indícios de que cerca de R$ 300 mil já foram efetivamente sacados pelo grupo. Os agentes informaram que o grupo criminoso utilizava empresas de contabilidade para criar vínculos empregatícios fictícios e, assim, obter o benefício de forma indevida. ✅ Clique e siga o canal do g1 PA no WhatsApp Como o esquema funcionava A PF detalhou que o esquema funcionava por meio da inserção de registros falsos em nome de terceiros dentro da estrutura de escritórios de contabilidade. Após a criação desses vínculos inexistentes, os investigados solicitavam o pagamento do seguro-desemprego ao governo federal. Durante a operação, os agentes cumpriram cinco mandados de busca e apreensão nas cidades de Redenção e Tucumã, no PA. Dois desses alvos eram justamente os estabelecimentos contábeis supostamente usados na fraude. A Justiça também determinou o afastamento do sigilo bancário de todos os envolvidos no caso. Na ação, foram apreendidos notebooks, aparelhos celulares e quatro veículos vinculados aos suspeitos. "O material será submetido à análise pericial para dimensionar a extensão das fraudes e para identificar outros possíveis participantes", informou a Polícia Federal em nota. VÍDEOS com as principais notícias do Pará Acesse outras notícias do estado no g1 Pará.
Operação da PF mira esquema de fraude milionária envolvendo seguro-desemprego no Pará
Escrito em 01/05/2026
PF deflagra operação contra fraudes no Pará. PF-PA A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quinta-feira (30), a operação 'Empregado Virtual' para desarticular um esquema de fraudes em seguro-desemprego no sul do Pará. Segundo as investigações, o prejuízo aos cofres públicos poderia ultrapassar R$ 5 milhões caso todos os pedidos irregulares fossem efetivados. Até o momento, a PF identificou indícios de que cerca de R$ 300 mil já foram efetivamente sacados pelo grupo. Os agentes informaram que o grupo criminoso utilizava empresas de contabilidade para criar vínculos empregatícios fictícios e, assim, obter o benefício de forma indevida. ✅ Clique e siga o canal do g1 PA no WhatsApp Como o esquema funcionava A PF detalhou que o esquema funcionava por meio da inserção de registros falsos em nome de terceiros dentro da estrutura de escritórios de contabilidade. Após a criação desses vínculos inexistentes, os investigados solicitavam o pagamento do seguro-desemprego ao governo federal. Durante a operação, os agentes cumpriram cinco mandados de busca e apreensão nas cidades de Redenção e Tucumã, no PA. Dois desses alvos eram justamente os estabelecimentos contábeis supostamente usados na fraude. A Justiça também determinou o afastamento do sigilo bancário de todos os envolvidos no caso. Na ação, foram apreendidos notebooks, aparelhos celulares e quatro veículos vinculados aos suspeitos. "O material será submetido à análise pericial para dimensionar a extensão das fraudes e para identificar outros possíveis participantes", informou a Polícia Federal em nota. VÍDEOS com as principais notícias do Pará Acesse outras notícias do estado no g1 Pará.