Veja os melhores momentos do Palco João Rock 2026 Depois de todas as 23 edições realizadas em Ribeirão Preto (SP), o festival João Rock pode conhecer novos horizontes a partir de 2027. De acordo com representantes da Opus Entretenimento e do Bananas Eventos, sócios na organização do festival, estudos de viabilidade já estão sendo feitos para a expansão, começando pela região Sul do Brasil. “Ainda não é uma certeza, mas a vontade de todo mundo é consolidar isso no Sul e possivelmente em outros estados também. (...) Estamos trabalhando para isso”, disse Lucas Zaffari, CEO da Opus Entretenimento, que recentemente passou a fazer parte da sociedade do João Rock. No último sábado (1), o festival reuniu 65 mil pessoas no Parque Permanente de Exposições, segundo a organização. O evento ocupou uma área de 200 mil metros quadrados com quatro palcos. Dedicado à música brasileira, principalmente ao rock e suas vertentes e à MPB, o line-up contou com nomes como Detonautas, Raimundos, Marina Sena, Chico Chico, Criolo, CPM 22, Lagum, Os Paralamas do Sucesso, Alceu Valença, Zé Ramalho, Luedji Luna, Ana Carolina e BaianaSystem. Festival João Rock 2026 em Ribeirão Preto, SP D Creative Studio Novas possibilidades Quando a parceria com o Bananas Eventos foi anunciada em maio deste ano, as empresas afirmaram que a união visava fortalecer o mercado de festivais no país, beneficiando o público e a música brasileira. Ao g1, o CEO da Opus Entretenimento explicou que a parceria nasceu quando as duas empresas perceberam o potencial de cada uma e passaram a dividir uma visão de futuro para o festival, incluindo a possível expansão, que começaria pela região Sul, onde a Opus nasceu. “A Opus se consolidou lá e depois se tornou nacional. Então, o Sul é o primeiro ponto onde estamos focados em tentar viabilizar. O povo gaúcho merece essa experiência”, explicou Zaffari, ressaltando o interesse que capitais como Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS) têm pelo que chamou de “brasilidade do rock”. Raimundos no palco do João Rock 2026 em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/g1 Expansão em Ribeirão Ainda de acordo com Zaffari, entre os estudos que estão sendo feitos, está também a possibilidade de expansão do festival na própria cidade de origem, onde a capacidade atual é de 65 mil pessoas. Nesta edição, todos os ingressos foram vendidos. “O João Rock nunca vai deixar de ser aqui. Ele já se consolidou e existem milhares de formas de expandir: adicionar um dia a mais, fazer algum tipo de mudança na programação de uma forma que expanda. Temos aí outros exemplos de grandes festivais. Sempre tem como”, garantiu. LEIA TAMBÉM: João Rock 2026 mistura ritmos e promove encontros em dia de celebração da música brasileira O que surpreendeu e o que passou batido: g1 faz ranking dos melhores shows do João Rock Marina Sena entrega show hipnotizante e provocante no João Rock 2026 Chico Chico fica à vontade no João Rock, relembra Cássia Eller e passeia pela MPB Pela 13ª vez no João Rock, CPM22 celebra 30 anos com hits e participação de Di Ferrero Raimundos mergulha nas origens com forró-core e hits de 30 anos no João Rock 2026 Armandinho manteve o clima leve e descontraído durante o show no João Rock 2026 e agitou fãs Igor do Vale/g1 Um passo por vez Embora não negue a possibilidade de expansão, para Luit Marques, sócio-fundador do Banana Eventos, o momento é de estudos, para criar estratégias e avançar com calma. “É pegar o histórico da Opus, a capilaridade que ela tem e unir à nossa história. Mas, na verdade, tudo muito devagar, tudo um passinho de cada vez, né? Ainda estamos nos conhecendo, e acho que precisa de muito estudo. Não temos pressa”, destacou. Desde a primeira edição, em 2002, o festival vem passando por melhorias a cada ano. Em sua estreia, o evento aconteceu no Estádio Palma Travassos e reuniu 12 mil pessoas para curtir os shows de Cidade Negra, CPM22, Ira! e Titãs. O nome do festival é uma homenagem a grandes bateristas, como João Barone, dos Paralamas, John Densmore, do The Doors, e John Bonham, do Led Zeppelin. Pedro Calais, vocalista da Lagum, durante apresentação no palco principal do João Rock Érico Andrade/g1 Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca
João Rock estuda expansão do festival para a região Sul em 2027
Escrito em 04/08/2026
Veja os melhores momentos do Palco João Rock 2026 Depois de todas as 23 edições realizadas em Ribeirão Preto (SP), o festival João Rock pode conhecer novos horizontes a partir de 2027. De acordo com representantes da Opus Entretenimento e do Bananas Eventos, sócios na organização do festival, estudos de viabilidade já estão sendo feitos para a expansão, começando pela região Sul do Brasil. “Ainda não é uma certeza, mas a vontade de todo mundo é consolidar isso no Sul e possivelmente em outros estados também. (...) Estamos trabalhando para isso”, disse Lucas Zaffari, CEO da Opus Entretenimento, que recentemente passou a fazer parte da sociedade do João Rock. No último sábado (1), o festival reuniu 65 mil pessoas no Parque Permanente de Exposições, segundo a organização. O evento ocupou uma área de 200 mil metros quadrados com quatro palcos. Dedicado à música brasileira, principalmente ao rock e suas vertentes e à MPB, o line-up contou com nomes como Detonautas, Raimundos, Marina Sena, Chico Chico, Criolo, CPM 22, Lagum, Os Paralamas do Sucesso, Alceu Valença, Zé Ramalho, Luedji Luna, Ana Carolina e BaianaSystem. Festival João Rock 2026 em Ribeirão Preto, SP D Creative Studio Novas possibilidades Quando a parceria com o Bananas Eventos foi anunciada em maio deste ano, as empresas afirmaram que a união visava fortalecer o mercado de festivais no país, beneficiando o público e a música brasileira. Ao g1, o CEO da Opus Entretenimento explicou que a parceria nasceu quando as duas empresas perceberam o potencial de cada uma e passaram a dividir uma visão de futuro para o festival, incluindo a possível expansão, que começaria pela região Sul, onde a Opus nasceu. “A Opus se consolidou lá e depois se tornou nacional. Então, o Sul é o primeiro ponto onde estamos focados em tentar viabilizar. O povo gaúcho merece essa experiência”, explicou Zaffari, ressaltando o interesse que capitais como Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS) têm pelo que chamou de “brasilidade do rock”. Raimundos no palco do João Rock 2026 em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/g1 Expansão em Ribeirão Ainda de acordo com Zaffari, entre os estudos que estão sendo feitos, está também a possibilidade de expansão do festival na própria cidade de origem, onde a capacidade atual é de 65 mil pessoas. Nesta edição, todos os ingressos foram vendidos. “O João Rock nunca vai deixar de ser aqui. Ele já se consolidou e existem milhares de formas de expandir: adicionar um dia a mais, fazer algum tipo de mudança na programação de uma forma que expanda. Temos aí outros exemplos de grandes festivais. Sempre tem como”, garantiu. LEIA TAMBÉM: João Rock 2026 mistura ritmos e promove encontros em dia de celebração da música brasileira O que surpreendeu e o que passou batido: g1 faz ranking dos melhores shows do João Rock Marina Sena entrega show hipnotizante e provocante no João Rock 2026 Chico Chico fica à vontade no João Rock, relembra Cássia Eller e passeia pela MPB Pela 13ª vez no João Rock, CPM22 celebra 30 anos com hits e participação de Di Ferrero Raimundos mergulha nas origens com forró-core e hits de 30 anos no João Rock 2026 Armandinho manteve o clima leve e descontraído durante o show no João Rock 2026 e agitou fãs Igor do Vale/g1 Um passo por vez Embora não negue a possibilidade de expansão, para Luit Marques, sócio-fundador do Banana Eventos, o momento é de estudos, para criar estratégias e avançar com calma. “É pegar o histórico da Opus, a capilaridade que ela tem e unir à nossa história. Mas, na verdade, tudo muito devagar, tudo um passinho de cada vez, né? Ainda estamos nos conhecendo, e acho que precisa de muito estudo. Não temos pressa”, destacou. Desde a primeira edição, em 2002, o festival vem passando por melhorias a cada ano. Em sua estreia, o evento aconteceu no Estádio Palma Travassos e reuniu 12 mil pessoas para curtir os shows de Cidade Negra, CPM22, Ira! e Titãs. O nome do festival é uma homenagem a grandes bateristas, como João Barone, dos Paralamas, John Densmore, do The Doors, e John Bonham, do Led Zeppelin. Pedro Calais, vocalista da Lagum, durante apresentação no palco principal do João Rock Érico Andrade/g1 Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca