Presidente Lula durante a abertura da 2º Conferência Nacional do Trabalho Ricardo Stuckert / PR O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez um apelo durante evento em São Paulo nesta terça-feira (3). Durante o discurso, transmitido pelas redes sociais do presidente, Lula disse que é um “cara de muita sorte” ao citar indicadores econômicos positivos de seu governo e, em seguida, disse o público se preparar para as eleições deste ano. “Eu sou um cara de muita sorte. Eu tenho tanta sorte que o Haddad, [ministro da Fazenda] foi pegar o microfone e dizer para vocês: ‘nós temos a menor inflação acumulada em quatro anos da historia do Brasil, o menor desemprego da historia do Brasil, o maior crescimento da massa salarial, a maior produção agrícola’. Tudo isso porque eu tenho sorte. Então se preparem: quando chegar a eleição, votem em quem tem sorte”. Lula participou da abertura da Conferência Nacional do Trabalho, no Anhembi, em São Paulo. Lula estava acompanhado do vice-presidente Geraldo Alckmin e dos ministros Luiz Marinho (Trabalho), Fernando Haddad (Fazenda), Simone Tebet (Planejamento). No evento, Lula também defendeu a construção de um acordo entre empresários, trabalhadores e governo na discussão do fim da escala de trabalho 6 por 1. Lula também defendeu que as jornadas de trabalho sejam diferenciadas por categoria. "Não iremos contribuir para prejudicar os trabalhadores e também não queremos contribuir para prejuízo da economia brasileira. Queremos contribuir para, de forma bem pensada e harmonizada, a gente possa encontrar uma solução. Qual é a jornada ideal? Para muitas categorias tem jornada diferenciada. Pode ter até regra geral, mas na hora de regulamentar vai ter que cair na especificidade de cada categoria", disse o presidente. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Principal bandeira de campanha do presidente Lula na economia em sua busca por uma nova reeleição no fim deste ano, o projeto que reduz a jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais sofre resistência do setor produtivo. O principal argumento é que haverá aumento de custos, o que tende a ser repassado ao consumidor.
'Votem em quem tem sorte', diz Lula após afirmar que é um cara de muita sorte
Escrito em 04/03/2026
Presidente Lula durante a abertura da 2º Conferência Nacional do Trabalho Ricardo Stuckert / PR O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez um apelo durante evento em São Paulo nesta terça-feira (3). Durante o discurso, transmitido pelas redes sociais do presidente, Lula disse que é um “cara de muita sorte” ao citar indicadores econômicos positivos de seu governo e, em seguida, disse o público se preparar para as eleições deste ano. “Eu sou um cara de muita sorte. Eu tenho tanta sorte que o Haddad, [ministro da Fazenda] foi pegar o microfone e dizer para vocês: ‘nós temos a menor inflação acumulada em quatro anos da historia do Brasil, o menor desemprego da historia do Brasil, o maior crescimento da massa salarial, a maior produção agrícola’. Tudo isso porque eu tenho sorte. Então se preparem: quando chegar a eleição, votem em quem tem sorte”. Lula participou da abertura da Conferência Nacional do Trabalho, no Anhembi, em São Paulo. Lula estava acompanhado do vice-presidente Geraldo Alckmin e dos ministros Luiz Marinho (Trabalho), Fernando Haddad (Fazenda), Simone Tebet (Planejamento). No evento, Lula também defendeu a construção de um acordo entre empresários, trabalhadores e governo na discussão do fim da escala de trabalho 6 por 1. Lula também defendeu que as jornadas de trabalho sejam diferenciadas por categoria. "Não iremos contribuir para prejudicar os trabalhadores e também não queremos contribuir para prejuízo da economia brasileira. Queremos contribuir para, de forma bem pensada e harmonizada, a gente possa encontrar uma solução. Qual é a jornada ideal? Para muitas categorias tem jornada diferenciada. Pode ter até regra geral, mas na hora de regulamentar vai ter que cair na especificidade de cada categoria", disse o presidente. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Principal bandeira de campanha do presidente Lula na economia em sua busca por uma nova reeleição no fim deste ano, o projeto que reduz a jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais sofre resistência do setor produtivo. O principal argumento é que haverá aumento de custos, o que tende a ser repassado ao consumidor.