Claudette Soares na foto da capa 'O mundo é ruim para quem não sabe esperar', previsto para ser lançado em 13 de novembro Fábio Audi / Divulgação ♫ NOTÍCIA ♬ Nascida em 31 de outubro de 1935, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), a cantora Claudette Soares completa 91 anos hoje, sábado, de olho no futuro. Daqui a duas semanas, precisamente em 13 de novembro, a artista lançará o álbum “O mundo é ruim para quem não sabe esperar”, batizado com bordão a que Claudette sempre recorreu ao longo da carreira. Além do já conhecido dueto da cantora com Guilherme Arantes na canção “O prazer de viver para mim é você” (2024), Claudette faz feats com Joaquim, Maria Gadú e Thalma de Freitas ao longo das dez faixas do álbum arquitetado por Marcus Preto em 2023 e gravado ao longo dos últimos três anos, na cidade de São Paulo (SP), com produção orquestrada por Preto com Thiago Big Rabello. Joaquim participa de “Esse escurinho e você”, primeira parceria do artista com Roberto Menescal. Gadú divide com Claudette o canto de “Batuque bom”, parceria de Marcos Valle com Tim Bernardes. Já o feat com Thalma de Freitas acontece em “Viva”, outra música de Marcos Valle, desta vez em parceria com Arnaldo Antunes. Thalma de Freitas também assina uma das dez músicas do repertório inédito, “O que aconteceu”. Já Leoni contribuiu com a também inédita canção “A vida é bem maior”. Outra novidade é “Esquecível”, parceria póstuma de Joyce Moreno com João Donato (1934 – 2023). Aliás, “O mundo é ruim para quem não sabe esperar” é o primeiro álbum gravado por Claudette Soares somente com músicas inéditas na discografia iniciada em 1954 com a edição de single de 78 rotações. O título “O mundo é ruim para quem não sabe esperar” foi extraído de verso de “Cheguei no ponto”, música de Ana Costa e Zélia Duncan que abre o . “Bem feliz” (Zé Manoel e Ronaldo Bastos) e “Natural” (Zé Renato e Nando Reis) completam o repertório de “O mundo é ruim para quem não sabe esperar”, álbum cuja capa expõe Claudette Soares em foto de Fábio Audi, imagem intencionalmente envelhecida para evocar as capas dos antigos LPs. A propósito, o álbum foi idealizado por Marcus Preto para ser editado futuramente no formato físico de LP – mais uma homenagem para Claudette Soares, cantora que entrou em cena na adolescência, por volta de 1947, em programas de rádio. A menina que seria coroada Princesinha do Baião na década de 1950, por ninguém menos do que Luiz Gonzaga (1912 – 1989), transitaria a partir dos anos 1960 por bossa nova, Tropicália, sambalanço, Pilantragem, samba-rock e samba-canção, sempre mostrando bom domínio do ritmo e uma voz afinada em discografia que merece mais reconhecimento. Capa do álbum 'O mundo é ruim para quem não sabe esperar', de Claudette Soares Fábio Audi / Divulgação
Aos 91 anos, Claudette Soares faz feats com Joaquim, Maria Gadú e Thalma de Freitas no álbum 'O mundo é ruim para quem não sabe esperar'
Escrito em 31/10/2026
Claudette Soares na foto da capa 'O mundo é ruim para quem não sabe esperar', previsto para ser lançado em 13 de novembro Fábio Audi / Divulgação ♫ NOTÍCIA ♬ Nascida em 31 de outubro de 1935, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), a cantora Claudette Soares completa 91 anos hoje, sábado, de olho no futuro. Daqui a duas semanas, precisamente em 13 de novembro, a artista lançará o álbum “O mundo é ruim para quem não sabe esperar”, batizado com bordão a que Claudette sempre recorreu ao longo da carreira. Além do já conhecido dueto da cantora com Guilherme Arantes na canção “O prazer de viver para mim é você” (2024), Claudette faz feats com Joaquim, Maria Gadú e Thalma de Freitas ao longo das dez faixas do álbum arquitetado por Marcus Preto em 2023 e gravado ao longo dos últimos três anos, na cidade de São Paulo (SP), com produção orquestrada por Preto com Thiago Big Rabello. Joaquim participa de “Esse escurinho e você”, primeira parceria do artista com Roberto Menescal. Gadú divide com Claudette o canto de “Batuque bom”, parceria de Marcos Valle com Tim Bernardes. Já o feat com Thalma de Freitas acontece em “Viva”, outra música de Marcos Valle, desta vez em parceria com Arnaldo Antunes. Thalma de Freitas também assina uma das dez músicas do repertório inédito, “O que aconteceu”. Já Leoni contribuiu com a também inédita canção “A vida é bem maior”. Outra novidade é “Esquecível”, parceria póstuma de Joyce Moreno com João Donato (1934 – 2023). Aliás, “O mundo é ruim para quem não sabe esperar” é o primeiro álbum gravado por Claudette Soares somente com músicas inéditas na discografia iniciada em 1954 com a edição de single de 78 rotações. O título “O mundo é ruim para quem não sabe esperar” foi extraído de verso de “Cheguei no ponto”, música de Ana Costa e Zélia Duncan que abre o . “Bem feliz” (Zé Manoel e Ronaldo Bastos) e “Natural” (Zé Renato e Nando Reis) completam o repertório de “O mundo é ruim para quem não sabe esperar”, álbum cuja capa expõe Claudette Soares em foto de Fábio Audi, imagem intencionalmente envelhecida para evocar as capas dos antigos LPs. A propósito, o álbum foi idealizado por Marcus Preto para ser editado futuramente no formato físico de LP – mais uma homenagem para Claudette Soares, cantora que entrou em cena na adolescência, por volta de 1947, em programas de rádio. A menina que seria coroada Princesinha do Baião na década de 1950, por ninguém menos do que Luiz Gonzaga (1912 – 1989), transitaria a partir dos anos 1960 por bossa nova, Tropicália, sambalanço, Pilantragem, samba-rock e samba-canção, sempre mostrando bom domínio do ritmo e uma voz afinada em discografia que merece mais reconhecimento. Capa do álbum 'O mundo é ruim para quem não sabe esperar', de Claudette Soares Fábio Audi / Divulgação