Polícia Federal cumpre mandados em Teresina Polícia Federal A Polícia Federal cumpriu, nesta sexta-feira (17), um mandado de busca e apreensão em Teresina durante a Operação Caronte II. A ação investiga um grupo suspeito de aplicar fraudes bancárias e falsificar documentos, com prejuízos a instituições financeiras públicas e privadas. O mandado foi expedido pela 3ª Vara Federal da Seção Judiciária do Piauí. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp Veja os vídeos que estão em alta no g1 Segundo a Polícia Federal, o grupo usava principalmente o golpe conhecido como SIM Swap. Nesse tipo de fraude, os criminosos enganam operadoras de telefonia e transferem o número da vítima para um chip sob o controle deles. Com isso, conseguem acessar contas bancárias e dados pessoais. As investigações indicaram que o grupo chegou a acessar contas bancárias e informações pessoais até de pessoas já falecidas. Os investigados podem responder pelos crimes de organização criminosa, estelionato qualificado, fraude eletrônica, falsificação e uso de documento falso, entre outros. VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube
Criminosos transferiam linha telefônica da vítima de chip e acessavam contas bancárias, afirma PF
Escrito em 17/04/2026
Polícia Federal cumpre mandados em Teresina Polícia Federal A Polícia Federal cumpriu, nesta sexta-feira (17), um mandado de busca e apreensão em Teresina durante a Operação Caronte II. A ação investiga um grupo suspeito de aplicar fraudes bancárias e falsificar documentos, com prejuízos a instituições financeiras públicas e privadas. O mandado foi expedido pela 3ª Vara Federal da Seção Judiciária do Piauí. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp Veja os vídeos que estão em alta no g1 Segundo a Polícia Federal, o grupo usava principalmente o golpe conhecido como SIM Swap. Nesse tipo de fraude, os criminosos enganam operadoras de telefonia e transferem o número da vítima para um chip sob o controle deles. Com isso, conseguem acessar contas bancárias e dados pessoais. As investigações indicaram que o grupo chegou a acessar contas bancárias e informações pessoais até de pessoas já falecidas. Os investigados podem responder pelos crimes de organização criminosa, estelionato qualificado, fraude eletrônica, falsificação e uso de documento falso, entre outros. VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube